quarta-feira, 6 de novembro de 2024

O maior jejum de São Nuno


Memória de São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira, o Santo Condestável (1360-1431)

O jejum do santo

O santo do jejum

 

O Santo que foi em jejum para a Batalha de Aljubarrota (1385).

São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira todos os dias ouvia duas missas e três nos sábados e domingos.

Confessava-se amiúde e comungava quatro vezes por ano: pelo Natal, Páscoa, Pentecostes e Santa Maria de agosto, o que se admirava muito, visto os leigos, então, quase só comungarem pela Quaresma.

Diariamente, rezava as suas Horas, levantando-se pontualmente a rezar Matinas à meia-noite, como se fosse um religioso; e isto antes de entrar na Ordem do Carmo.

Jejuava às quartas-feiras, sextas e sábados, e guardava todas as festas e dias prescritos pela igreja. Do jejum nunca se dispensava mesmo que viesse a cair nos dias em que havia de dar batalha.

Mas o seu maior jejum foi outro: depois de uma carreira militar vitoriosa renunciou a tudo isso e dedicou-se totalmente na Deus e à Maria Santíssima, como frade terceiro da Ordem do Carmo.

De facto, jejuar é dizer não ao pão material para dizer sim ao alimento divino que só nos pode saciar plenamente. É deixar as vitórias deste mundo para alcançar uma vitória eterna.

O que rezamos nas Laudes do comum dos santos aplica-se perfeitamente a São Nuno:

A glórias vãs desde mundo,

Bem as soubeste deixar,

Para lá cima alto nome

Com letras de oiro gravar.

 

Oração:

Senhor nosso Deus, que destes a são Nuno de Santa Maria a graça de combater o bom combate e o tornastes exímio vencedor de si mesmo, concedei aos vossos servos que, dominando como ele as seduções do mundo, com ele vivam para sempre na pátria celeste. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

 

Invocação

São Nuno de Santa Maria, rogai por nós!

Já que tiveste aqui na terra a mesma Pátria que nós,

Faz que tenhamos lá no céu a mesma Pátria que tu.

 

São Nuno nas palavras de Bento XVI

Bento XVI na canonização de São Nuno de Santa Maria Álvares Pereira:

Sinto-me feliz por apontar à Igreja inteira esta figura exemplar, nomeadamente pela presença duma vida de fé e oração em contextos aparentemente pouco favoráveis à mesma, sendo a prova de que em qualquer situação, mesmo de carácter militar e bélica, é possível atuar e realizar os valores e princípios da vida cristã (26/94/2009)

 

São Nuno nas palavras de Camões

Ditosa Pátria que tal filho teve.

Camões coloque a figura de Dom Nuno nos cantos I, IV, VIII, merece atenção. São cantos charneira da narrativa épica, dão-lhe travejamento e sustentam a estrutura da memória histórica a que dão consistência. Não pode senão significar o preito de homenagem épico à “estrela da manhã” que mais que todos os heróis portugueses merece as honras de quem interpreta o sentido da Memória da coletividade a que pertence. Com ele proclamamos “Ditosa pátria que tal filho teve. / Mas antes, Pai!”

 

São Nuno nas palavras de Fernando Pessoa

NUN’ÁLVARES PEREIRA

 

Que auréola te cerca?

É a espada que, volteando,

Faz que o ar alto perca

Seu azul negro e brando.

 

Mas que espada é que, erguida,

Faz esse halo no céu?

É Excalibur, a ungida,

Que o Rei Artur te deu.

 

Esperança consumada,

S. Portugal em ser,

Ergue a luz da tua espada

Para a estrada se ver!

 

8-12-1928, Mensagem. Fernando Pessoa. Lisboa: Parceria António Maria Pereira, 1934 (Lisboa: Ática, 10ª ed. 1972).  - 45.

 

O poeta quer dizer que a santidade que ele alcançou, foi a custo também dos seus atos de guerreiro, pois é a sua espada que desenha o círculo diáfano por cima da sua cabeça, destacando-o santo, do comum dos homens. Nuno Álvares Pereira é o portador de uma espada que, sendo simultaneamente auréola, credencia-o como símbolo da plena heroicidade, por incorporar a dupla condição de guerreiro e de santo

 

Ver também:

Sem desânimo

O santo da Batalha

Rezar é combater

Ecos de um santo

São Nuno

Condestável

São Nuno de Santa Maria

 

À margem

Cronologia da vida de Santo Condestável

 

1360: Nuno Álvares Pereira nasce em Castelo do Bonjardim, Santarém, filho do prior da Ordem dos Hospitalários.

1361: É legitimado por D. Pedro I

1373: Entra na Corte de D. Fernando e torna-se escudeiro da rainha D. Leonor Teles. Em breve é armado cavaleiro.

1376: A 15 de agosto casa com D. Leonor de Alvim, de quem vem a ter uma filha, D. Beatriz.

1383: Morre D. Fernando. D. Leonor Teles manda proclamar a filha e o genro, D. João de Castela, sucessores do trono de Portugal. Nuno Álvares Pereira distingue-se no partido patriótico que incita D. João, Mestre de Avis, a chefiar a revolta contra os castelhanos. É nomeado fronteiro entre Tejo e Guadiana.

 

1384: Vence os castelhanos na Batalha dos Atoleiros.

1385: D. João I de Portugal, entretanto aclamado rei, nomeia-o Condestável do reino. A 14 de Agosto vence na Batalha de Aljubarrota. Recebe numerosos títulos e domínios, entre os quais o Condado de Ourém e o Condado de Arraiolos.

1388: Começa a construção da capela de S. Jorge, em Aljubarrota.

1389: Começa a construção do Convento do Carmo, em Lisboa.

1393: Partilha com os companheiros de armas muitas das suas terras.

1397: Primeiros carmelitas vêm viver para o Convento do Carmo.

1401: Fim das hostilidades com Castela.

 

1414: Morre a filha, D. Beatriz. Projeta tornar-se carmelita.

1415: Participa na conquista de Ceuta.

1422: Reparte pelos netos os seus títulos e domínios.

1423: Professa no Convento do Carmo a 15 de agosto. Toma o nome de Fr. Nuno de Santa Maria. Dedica-se a atos de piedade e de benemerência. Ainda em vida é chamado Santo Condestável pelo povo.

1 de abril de 1431, domingo da Ressurreição, morre em Lisboa.

1641: As cortes pedem ao Papa Urbano VIII a sua beatificação. O pedido é renovado várias vezes ao longo dos anos.

1918: O Papa Bento XV confirma o culto do Santo Condestável; a sua Festa celebra-se no dia 6 de novembro.

2009: São Nuno é canonizado pelo Papa Bento XVI, em 26 de abril e a sua festa é a 6 de novembro.

 

terça-feira, 5 de novembro de 2024

Reunidos dos quatro ventos


3ª feira – XXXI semana comum

Reunidos dos quatro ventos para o banquete do reino de Deus:

- Do vento leste, a direção de onde o sol nasce, vem a paz, a luz, a sabedoria e o conhecimento.

- Do vento sul vem o calor, a educação, o começo e o fim da vida.

- Do vento oeste vem a chuva, a água potável que mantém os seres vivos.

- Do vento norte vem o frio e forte e a neve branca que nos dá força e resistência.

Todos diferentes, todos iguais, todos convidados para o banquete que nos torna comunhão.

A eucaristia é este banquete que nos une e que nos sacia e nos torna irmãos, apesar de vindos de ventos diferentes.

- Quem deve ser convidado para o banquete?

- Todos.

- E quem deve comungar com frequência nesse banquete?

- Duas espécies de pessoas devem comungar com frequência: os perfeitos para se conservarem perfeitos, e os imperfeitos para chegarem à perfeição.


Ver também:

Um banquete para todos

Comer do mesmo pão

À mesa com Jesus

Desculpas esfarrapadas

Parábola das desculpas

Dom e conquista

Casa cheia

Banquete do reino

 

domingo, 3 de novembro de 2024

Milho cozido pelos santos


- Senhor padre, venha lanchar hoje connosco. Na minha casa não falta milho cozido pelos Santos e pão por Deus.

- Sim, obrigado. Mas você disse cozido por quem?

É tradição aqui nos Açores na solenidade de todos os Santos comer milho cozido…

 

Duas faces da mesma moeda


Ano B – XXXI domingo comum

A) – Amarás

Escuta, Israel: O Senhor nosso Deus é o único Senhor.

Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração...

A forma verbal está no futuro, indicando uma história infinita, porque o amor é o futuro do mundo e porque sem amor não há futuro.

 

B) – Duas faces da mesma moeda

- Mestre, qual é primeiro de todos os mandamentos?

E Jesus mostrou-lhe um denário e perguntou de volta:

- Qual é a face mais importante desta moeda, ‘cara ou coroa’?

- Senhor, respondeu o Escriba, as duas faces são igualmente importantes, porque são faces da mesma moeda.

- Assim é o amor a Deus e o amor ao próximo.

 

C) Elogios mútuos

Disse-lhe o escriba:

- Muito bem, Mestre, tens razão…

Ao ver que o escriba dera uma resposta inteligente, Jesus disse:

- Não estás longe do reino de Deus.

Não é fácil encontrar um escriba a fazer um elogio tamanho a Jesus ou um fariseu amigo de Jesus.

Já não é assim tão estranho ver Jesus elogiar um escriba ou ser amigo de um fariseu.

Ao falar sobre o amor a Deus e ao próximo, Jesus prega com o seu exemplo, sendo amigo de todos, bons ou menos bons, santos ou pecadores, fariseus ou escribas, publicanos, samaritanos, gentios ou discípulos. Não podia ser diferente.

 

Ver também:

Nenhum mandamento é opcional

Vasos comunicantes do amor

A maior felicidade dum pai

Não há um sem dois

Resumir os mandamentos

As duas asas

O amor acima de tudo

Amar com fé e esperança

A lei do amor e o amor da lei

Dois amores

Inseparáveis

Escutar é amar e amar é escutar

Dois remos

O maior mandamento

 

sábado, 2 de novembro de 2024

Porque os mortos rezam


Comemoração de todos os fiéis defuntos

Dia de memória e oração

A minha pregação

PORQUE OS MORTOS REZAM

- Qual é única coisa que podemos continuar a fazer juntamente com os nossos defuntos?

- É rezar. Já não podemos conviver, falar-lhes, oferecer-lhes flores, dar-lhes esmola, mas simplesmente rezar. Só isso vale a pena continuar a fazer.

Acredito que eles no céu continuam a rezar juntamente com quem rezava na terra com eles. Receio que algumas vezes eles estão a rezar sozinhos, pedindo por aqueles que ainda continuam a sua missão na terra, enquanto estes se esquecem de rezar juntamente com eles. Nós rezamos para que estejam com Deus e os defuntos rezam para que Deus esteja connosco.

A melhor maneira de estar unidos a Deus e aos irmãos é através da oração. Ela é um ato de comunhão e de louvor a Deus e de caridade e de união com os nossos irmãos.

E a oração mais perfeita é aquela que é feita comunitariamente, isto é, juntamente com alguém e não sozinhos.

Continuemos a rezar pelos nossos defuntos e juntamente com eles. É uma maneira de mostrar a nos mesmos que continuamos unidos a eles, porque rezar é estar unido a Deus e unido a quem já está em Deus.

 

A pregação de Fernando Pessoa

HINO

Os que morrem pela Pátria não morrem: levanta-os a Pátria nos braços para receberem o beijo de Deus.

Todo o ato heroico, por incrédulo e ateu que seja o seu autor, é de sua essência divino. Todo o ato heroico, por eunuco que seja o seu [...] de sua essência é verdade.

O divino exemplo dos heróis é uma perpétua bênção às almas.

O herói, ainda que impuro fosse, justifica-se no fogo da morte do mal que tivesse e do que a ilusão o houvesse imperfeiçoado.

O herói, pelo seu ato de heroísmo renuncia à ilusão do mundo, que manda que se queira viver, e à (...) do mal, que quer que todo o sacrifício e o risco do eu presente seja para gozo e bem do eu futuro.

Participa, portanto, de Deus, vive em Deus, vive Deus. Deus fala-nos astuciosamente na vida dos santos, na morte dos heróis, na voz dos poetas. Ensina-nos, melhor que nenhuma Bíblia, que nós não somos nada na nossa vida pessoal de todos os dias; que só alguma coisa somos quando abdicamos de nós, quando nos entregamos, de nós, que somos a limitação e a morte, a Deus, que é o infinito e a vida.

O único sermão da montanha é a cruz no alto do calvário, a vera comunhão a do espigão final na ponta de uma lança, a única vida — o único prazer — a morte dolorosa do crucificado.

Estes heróis não morrem, nascem. Morreu a carne para viver a alma. O seu gesto foi violento. E que arremessaram de si, com ímpeto, a túnica do corpo, sacudiram de seus pés, o pó das estradas da vida.

Reconheceram, reconhecemos, o seu ato ainda que eles [...] no agi-lo que a túnica da vida é uma mortalha, cada corpo um caixão; cada lar humano um jazigo de que a incerteza tem a chave no cemitério.

O herói, ao ser herói, não é o ser que ama, ou amou, a carne; o seu ato de herói é todo espiritual.

Reza com o seu ato; unge-nos com o seu exemplo; abençoa-nos com a sua morte.

Aprendamos a compreender os heróis, os santos, os poetas.

Não olhemos para o lado que lhes mancha os pés, porque pisam o chão da vida; não ao pó que lhes acinzenta as vestes, porque é o vento do mundo que ergue a poeira das fraquezas dos caminhos de desilusão.

O Herói é o seu heroísmo só; o Santo é só a hora em que ajoelha, é só o gesto em que dá o pão que lhe faz falta e a veste que o escuda do frio; o Poeta é apenas a sua obra.

Os meus olhos turvam-se de lágrimas; a minha alma ajoelha e reza. O que de poeta haja em mim fica-lhes nos pés e lava-lhos da poeira do Irreal, unge-os do óleo espiritual que guardo no escrínio da minha devoção. E quando me dizem chasqueando: guarda a tua compaixão e a tua (...) para os pobres e para os infelizes, eu sorrio, porque essa foi a observação de Judas.

 

CF. Bernardo Soares (Fernando Pessoa),

s.d.

Livro do Desassossego. Vol.I. Fernando Pessoa. (Organização e fixação de inéditos de Teresa Sobral Cunha.) Coimbra: Presença, 1990.

- 186,7.

"Fase decadentista", segundo António Quadros (org.) in Livro do Desassossego, por Bernardo Soares, Vol I. Fernando Pessoa. Mem Martins: Europa-América, 1986.

 

Curiosidades

1ª – A expressão “eterna saudade” é um ilogismo que deveria traduzir-se propriamente como saudade do Eterno, ou seja, desejo de Deus. A saudade pelos defuntos não só nos transporta o passado para o presente, enquanto afetuosa recordação do tempo que já foi, mas também nos projeta para o futuro, enquanto desejo de que os nossos antepassados estejam vivos na eternidade de Deus. Em hebraico, a palavra “eternidade” deriva do verbo alam, que significa “esconder”, pelo que, no sentido bíblico, eternidade significa “além do horizonte”, apontando para algo distante e escondido no tempo e no espaço.

 

2ª – Antigamente, em algumas comunidades religiosas, deixava-se desocupado na capela e no refeitório, durante 40 dias, o lugar de um irmão que tinha falecido.  Na capela faziam-se-lhe as saudações do costume, como se ele estivera presente; dava-se-lhe o ósculo da paz e dizia-se, na sua direção, o 'resquiescant in pace' do ofício coral. No refeitório serviam-lhe a refeição diária e, acabada a refeição comum, vinha um pobre comê-la de joelhos, rezando pelo defunto.

 

3ª – Os monges cartuxos, quando morrem, são enterrados na própria cartuxa. As sepulturas não têm o nome dos defuntos, todas são anónimas e iguais.

 

Ver também:

A Páscoa em novembro

Fiéis aos nossos defuntos

Aprender com os defuntos

Desafios para novembro

Que seja pelas almas

A canção do dia

Memória e esperança

Celebrar óbito

Mútua intercessão

Saudade sim, tristeza não

Dia de finados

Viagem sem retorno

 

sexta-feira, 1 de novembro de 2024

O caminho da santidade


Solenidade de todos os santos

Todos os santos na mesma fotografia


- Sr. Padre, a sua paróquia quantas pessoas tem?

- Segundo o último censo, 2021, o Cabouco tem 1970 pessoas.

- E dessas pessoas quantas são santas?

- Eu acho que são 963 homens e 1007 mulheres.

- Ao todo são 1970. São todos santos?

- Sim, são santos todos, mas ninguém sabe.

 

De facto, nos primeiros tempos do cristianismo, os membros da Igreja eram chamados SANTOS. (Ainda há hoje quem siga o exemplo: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, informalmente conhecida como Igreja Mórmon ou Igreja SUD. A igreja foi fundada no oeste do estado de Nova Iorque em 1830 por Joseph Smith Jr. Tratam cada um como irmão e todos como santos)

 

Chamavam santos aos cristãos por 3 razões:

1ª – Porque todos feitos à imagem e semelhança de Deus, 3 vezes santo.

2ª – Porque pelo batismo ficaram unidos a Jesus Cristo, o Deus santo connosco, porque todos em Cristo são santos.

3ª – Porque são todos santos que ainda estão a caminho da eternidade.

Se antigamente santos eram o nome dos cristãos, quem nos dera que hoje os cristãos sejam de facto santos.

Celebramos hoje os 3 momentos da santidade ou a santidade em 3 momentos:

 

1º O momento passado da santidade – Antes

Desde a criação do mundo até ao nosso nascimento. Durante esse tempo cada pessoa foi criada à imagem e semelhança de Deus – Sede santos como eu, o Senhor, sou santo.

 

2º A santidade do presente – Agora

Viver com a dignidade dos filhos de Deus é ser santo. A nossa vida é um esforço em voltar ao estado original, estado de graça e não de pecado original.

As viver as bem-aventuranças é seguir o caminho da santidade.

Não somos pecadores a lutar para ser santos, mas sim santos a lutar para não ser pecadores.

Santo não é aquele que nunca se suja, mas aquele que sempre se lava e recupera a santidade original.

Então é fácil ser santo. Basta não estragar o que recebemos de Deus.

Este é o momento presente da santidade.

 

3º O momento futuro da santidade – Depois

É s santidade na eternidade, contemplando a glória de Deus.

É a coroação da vida presente que nos está reservada.

Celebramos hoje esta santidade futura, todos os santos que já passaram o limiar da eternidade.

Celebramos os que acertaram no caminho. Apesar dos obstáculos e sofrimentos, com a graça e a ajuda de Deus a sua vida foi um sucesso e o objetivo final foi alcançado – Ser santo junto de Deus que é santo. 

 

Que saibamos reconhecer a nossa santidade e a santidade dos nossos irmãos, antes, agora e depois.

Se nos respeitarmos como santos, estaremos a antecipar o céu nesta terra.

 

Ver também:

Da vida de santidade

Podemos ser como eles

Todos os santos de Deus

Comemorar os santos

Quem são e donde vieram

Tão próximos e tão diferentes

ABC da santidade

Santos companhia limitada

Ilustres filhos da Igreja

Santos modernos

Todos os santos

Todos santos

Santos todos

Pão por Deus