domingo, 21 de julho de 2019

XVI semana comum


Ofício de leitura

Domingo
1ª – Fomos oprimidos além das nossas forças, a tal ponto que chegámos a desesperar da própria vida. Não confiemos em nós próprios, mas em Deus.
2ª – Todas as coisas têm fim e os dois termos que se nos apresentam são a vida e a morte. Cada um irá para o seu lugar. É como se houvesse duas moedas, uma de Deus e outra do mundo. Cada uma delas tem gravado o seu próprio cunho. Os infiéis têm a imagem do mundo; os que permanecem fiéis na caridade têm a imagem de Deus Pai. Se não estivermos dispostos a morrer para imitarmos a sua paixão, também não teremos em nós a sua vida.

2ª feira
1ª – Todas as promessas de Deus são um sim em seu Filho. É por Ele que nós dizemos Ámen para glória de Deus.
2ª – Uma só oração, uma só prece, uma só alma, uma só esperança, na caridade e na santa alegria, porque um só é Cristo Jesus, ao qual nada se pode preferir. Acorrei todos como a um só templo de Deus, a um só altar, a um só Jesus Cristo, que veio do Pai e voltou para o Pai, que é um só.

3ª feira
1ª – A nossa carta sois vós mesmos, carta escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens. É manifesto que vós sois uma carta de Cristo, redigida por nós, escrita não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo; não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne que são os vossos corações.
2ª – Não foi o cristianismo que acreditou no judaísmo, mas o judaísmo no cristianismo, no qual se congregam todos os que creem em Deus.

4ª feira
1ª – Se o que era passageiro foi glorioso, muito mais glorioso será o que é permanente.
2ª – Se uma só vez entrasses perfeitamente na intimidade de Jesus e sentisses um pouco o seu ardente amor, então nada te importaria a tua comodidade ou incomodidade, mas antes te alegrarias com a humilhação sofrida, porque o amor de Jesus faz com que o homem se despreze a si mesmo.

5ª feira
1ª – Nós trazemos em vasos de barro o tesouro do nosso ministério, para que se reconheça que um poder tão sublime vem de Deus e não de nós.
2ª – Quando nos encontramos em alguma aflição, pensamos que Deus nos esconde o seu rosto, porque o nosso espírito está como que envolto nas trevas que nos impedem de ver o esplendor da verdade.

6ª feira
1ª – O amor de Deus nos impele, ao pensarmos que um só morreu por todos e que todos, portanto, morreram. Cristo morreu por todos, para que os vivos deixem de viver para si próprios, mas vivam para Aquele que morreu e ressuscitou por eles.
2ª – Por nosso amor, Ele é diante de Vós vencedor e vítima; e vencedor porque vítima. Por nosso amor, Ele é diante de Vós sacerdote e sacrifício; e sacerdote porque sacrifício. Sendo vosso Filho tornou-se vosso servo e para Vós nos transformou de escravos em filhos.

Sábado
1ª – No nosso coração há muito lugar para vós, enquanto no vosso não há lugar para nós. Como a filhos vos digo: pagai-nos na mesma moeda, abri também vós largamente o vosso coração.
2ª – Assim como o calor dilata os corpos, também a caridade tem o poder de dilatar, porque é uma virtude ardente e fervorosa.

Santoral
21/7
A palavra do Senhor é luz para a inteligência, fogo para a vontade; é pão e água. É um tesouro de méritos para a alma espiritual. É martelo que abranda a dureza do coração, é espada que mata todo o pecado…

22/7
Reconhece Aquele que te conhece a ti! Por isso Maria, ao ser chamada pelo seu nome, reconhece quem lhe falou, e imediatamente lhe chama Rabboni.

23/7
Bendito sejais, meu Senhor Jesus Cristo, que fostes levado à presença de Caifás e, sendo Vós o juiz de todos, humildemente permitistes que Vos entregassem ao julgamento de Pilatos.

25/7
Não sabeis o que pedis. Vós falais-me de honras e de coroas; mas eu falo-vos de lutas e suores.

26/7
Oh castíssimos esposos, Joaquim e Ana! Conseguistes alcançar, por graça de Deus, o que excede a natureza, porque gerastes para o mundo a Mãe de Deus.




sábado, 20 de julho de 2019

Ida à Lua


Faz hoje 50 anos que o homem, pela primeira vez, andou sobre a Lua.
Foi, no seu dizer, um pequeno passo para um homem, mas um salto gigante para a humanidade.

Neil Amrstrong, o astronauta desse facto, visitou Jerusalém em 1988. Pediu que lhe mostrassem um lugar por onde Jesus tivesse caminhado. Um professor de arqueologia bíblica levou-o até aos restos das escadas do templo de Herodes.
Depois dessa visita o astronauta concluiu:
- Significa mais para mim ter pisado estas escadas do que ter pisado a Lua.

Para este homem de fé em Jesus Cristo foi mais importante ir à Terra Santa do que ter ido à Lua.



























quinta-feira, 18 de julho de 2019

O pequeno Bartolomeu


A segunda parte da reflexão de hoje sobre Frei Bartolomeu dos Mártires, o Arcebispo Santo.

Ele, grande, aprendeu do pequeno pastor.
E quando pequeno, ensinou aos grandes.

Conta-se em Lisboa:
O pequeno Bartolomeu era identificado no Chiado como o Menino dos olhos tortos, pois apresentava um ligeiro estrabismo.
Todos os dias acompanhava o seu avô, que era cego, até à Igreja dos Mártires para rezar. Toda a gente os conhecia e dizia:
- Lá vem o velho cego e o menino dos olhos tortos.
O pequeno Bartolomeu respondia:
- Tenho sim os olhos tortos, mas vejo bem. Vejo melhor do que vós… Eu com os olhos tortos só vejo coisas direitas e vós com os olhos direitos só vedes coisas tortas…

Esta capacidade de argumentar foi famosa também no Concílio de Trento, onde todos o admiravam por ‘dizer muito em poucas palavras’.



Aprendendo a ser pastor


Memória do B. Bartolomeu dos Mártires (1514-1590) arcebispo de Braga, que no próximo dia 10 de novembro será canonizado como santo da Igreja universal.















Há 400 anos, assim se realçava o zelo evangélico e pastoral em relação ao rebanho que lhe tinha sido confiado:

“Era fim de Janeiro, tempo ventoso e frigidíssimo. Deixou o abrigo e chaminés dos seus paços, foi-se experimentar os maus caminhos e piores gasalhados das aldeias... Mas queixavam-se os seus que não podiam aturar a continuação do trabalho, dos caminhos, das invernadas; ele só, com trabalhar mais que todos; sofria desassombradamente todas as incomodidades; e nos caminhos, por fragosos e ásperos que fossem, era o primeiro que os acometia, pondo-se na dianteira. Passavam um dia de um lugar para outro. Salteou-os uma chuva fria e importuna, que os não largou na maior parte da jornada; e corria um vento agudo e desabrigado, que os congelava. Tinha-se adiantado o Arcebispo, segundo seu costume, que era caminhar quase sempre só pera se ocupar com mais liberdade em suas contemplações; e ia fazendo matéria de tudo quanto via no campo e na serra, para louvar a Deus. Ofereceu-se-lhe à vista, não longe do caminho, posto sobre um penedo alto e descoberto ao vento e à chuva, um menino pobre e bem mal reparado de roupa, que vigiava umas ovelhinhas que ao longe andavam pastando. Notou o Arcebispo a estância, o tempo, a idade, o vestido, a paciência do pobrezinho: e viu juntamente que ao pé do penedo se abria uma lapa, que podia ser bastante abrigo para o tempo. Movido de piedade, parou, chamou-o, e disse-lhe que se descesse abaixo pera a lapa e fugisse da chuva, pois não tinha roupa bastante pera a esperar.
– Isso não! – respondeu o pastorinho, – que, em deixando de estar alerta e com o olho aberto, vem logo o lobo e leva-me a ovelha, ou vem a raposa e mama-me o cordeiro!
– E que vai nisso? – disse o Arcebispo.
– A mi me vai muito – tornou ele, – que tenho pai em casa, que pelejará comigo, e tão bom dia se não forem mais que brados. Eu vigio o gado, ele me vigia a mim: mais vale sofrer a chuva...
Não quis o Arcebispo dar mais passo. Esperou que chegassem os da sua companhia, contou-lhes o que se passara com o menino e acrescentou:
– Este esfarrapadinho inocente ensina a Frei Bartolomeu a ser Arcebispo! Este me avisa que não deixe de acudir e visitar minhas ovelhas, por mais tempestades que fulmine o céu; que, se este, com tão pouco remédio pera as passar, todavia não foge delas, respeitando o mandado do pai mais que o descanso, que razão poderei eu dar, se, por medo de adoecer ou padecer um pouco de frio, desemparar as ovelhas cujo cuidado e vigia Cristo fiou de mim, quando me fez pastor delas?”
(Cf. Vida de Frei Bartolomeu dos Mártires, por Frei Luís de Sousa, 1619)
















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segunda-feira, 15 de julho de 2019

O plano de Deus


2ª feira – XV semana comum
















Não vim trazer a paz à terra, mas a luta…
Quem quiser seguir que me siga:
O meu caminho não é de tranquilidade e comodismo, mas sim caminho de sacrifício e de cruz.


Ver também:



domingo, 14 de julho de 2019

XV semana comum


Ofício de leitura

Domingo
1ª – A mulher fez como Elias lhe mandara. Desde aquele dia nem a panela da farinha se esgotou, nem se esvaziou a almotolia do azeite, como o Senhor prometera pela boca de Elias.
2ª – Se fizéssemos a explicação antes do batismo, quando não tínheis sido ainda iniciados, seria certamente uma explicação prematura e não benéfica. Além disso, a luz dos mistérios penetra mais profundamente os que a recebem, do que se a tivesse precedido uma sumária explicação.

2ª feira
1ª – Até quando andareis a manquejar para os dois lados? Se o Senhor é o Deus verdadeiro, segui-o; se é Baal, ide atrás dele.
2ª – Na água é submergida a nossa carne para que se apague todo o pecado. Ali fica sepultada toda a nossa maldade.

3ª feira
1ª – Depois do fogo, ouviu-se o murmúrio de uma leve brisa. Ao ouvir isto, Elias cobriu o rosto com o manto, saiu e ficou à entrada da gruta na presença de Deus.
2ª – Não acredites só nos olhos do teu corpo. Mais segura é a visão do invisível. Mais segura que a visão dos olhos corporais é a visão da alma e do espírito.

4ª feira
1ª – Como Acab se humilhou na minha presença, não castigarei a sua casa durante a sua vida…
2ª – Deves reconhecer que a água não purifica sem o Espírito.

5ª feira
1ª – Há aqui um homem por quem poderemos consultar o Senhor, mas eu deteste-o, porque nunca profetizou o bem, senão o mal, a meu respeito.
2ª – O óleo escorre pela barba, como sinal da juventude, escorre pela barba de Aarão, a fim de te tornares um povo eleito, sacerdotal, precioso.

6ª feira
1ª – Não temais nem vos assusteis diante dessa multidão, porque esta guerra não é vossa, mas de Deus.
2ª – Considerai agora qual é mais excelente, se aquele pão dos anjos ou a carne de Cristo, que é o Corpo da vida. Aquele maná vinha do céu; este Corpo está acima dos céus. Aquele era do céu; este é do Senhor dos céus. Aquele estava sujeito à corrupção, este não somente está livre de toda a corrupção, mas comunica a incorruptividade a todos os que o saboreiam com reverência.

Sábado
1ª – Eliseu exclamou: Meu pai, meu pai Elias. Carro e condutor de Israel.
2ª Antes da consagração recebia outro nome; depois da consagração é o Sangue de Cristo. E tu respondes: Ámen, quer dizer, é verdade. O que a boca pronuncia, professe-o o espírito; o que a palavra afirma, sinta-o o coração.

Santoral
15/7
Se pretendes saber como é a sabedoria mística revelada pelo Espírito Santo, interroga a graça e não a ciência, o desejo e não a inteligência, o gemido da oração e não o estudo dos livros, o esposo e não o professor, Deus e não o homem, a nuvem e não a claridade. Não interrogues a luz, mas o fogo que tudo inflama…

16/7
Pelo nascimento Cristo é semelhante a nós pela humanidade e superior a nós pela divindade. Na verdade, se não fosse Deus verdadeiro, não nos traria o remédio; se não fosse verdadeiro homem, não nos serviria de exemplo.

17/7
Se Deus permite estas adversidades, é porque são para nossa utilidade. Longe de desesperarmos ou perdermos a coragem ante a dureza dos sofrimentos, resistamos com fortaleza e dêmos graças a Deus pelos benefícios que nos concedeu…



Jesus samaritano


Ano C – XV domingo comum

Jesus é o bom samaritano
O bom samaritano é o pastor que carrega a ovelha perdida.
Jesus é assim o pastor bom samaritano
ou o samaritano bom pastor.























“Na sua vida mortal,
Jesus passou fazendo o bem
e socorrendo todos
os que eram prisioneiros do mal.
ainda hoje, como bom samaritano,
vem ao encontro de todos os homens
atribulados no corpo ou no espírito
e derrama sobre as suas feridas
o óleo da consolação
e o vinho da esperança.
Por este dom da graça divina
também a noite da dor se abre à luz pascal
de Jesus crucificado e ressuscitado.”
(Cf. Prefácio comum VIII)

Jesus é o bom samaritano que cuidou de nós.
Ele convida-nos a fazermos o mesmo:
A cuidarmos uns dos outros como Cristo cuidou de nós:
Vai e faz o mesmo.

Ver também:


sexta-feira, 12 de julho de 2019

Santo casal


6ª feira – XIV semana comum

Envio-vos como ovelhas para o meio de lobos. Portanto, sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas.

Comentário de Bento XVI:
Os cristãos nunca devem cair na tentação de se tornarem lobos com os lobos; não é com o poder, com a força, com a violência que se estende o reino de paz, de Cristo, mas sim com o dom de si, com o amor levado até ao extremo, mesmo em relação aos inimigos. Jesus não vence o mundo com a força das armas, mas com a força da Cruz, que é a verdadeira garantia da vitória.”

Ver também:

Memória de São Luís Martin e Zélia Guerin
Pais de Santa Teresinha do Menino Jesus.
Luís Martin nasceu em 1823 em Bordéus onde o pai era militar. Cresceu em Aleçon onde teve uma relojoaria e onde casou a 13 de julho de 1858 com Zélia Guerin. Morreu a 29 de julho de 1894.
Zélia nasceu em Gandelain em 1831 onde o pai era polícia. Morreu a 28 de julho de 1877.
Tiveram 9 filhos, 4 dos quais faleceram em criança. As 5 filhas professaram como religiosas.
Ao enviuvar, Luís Martin mudou-se com as suas cinco filhas para Lisieux, onde vivia o cunhado Isidoro com a sua família que as acolheu como se forrem suas filhas.
Foi o primeiro casal na história da Igreja a ser canonizado na mesma celebração, em 2015.
A sua festa litúrgica celebra-se a 12 de julho, véspera do seu casamento.
Santa Teresinha do Menino Jesus disse de seus pais:
Deus deu-me uma mãe e um pai mais dignos do céu do que na terra.
























- Os pais, São Luís e Santa Zélia Martin, ao centro;
- Maria Teresa, mais conhecida por Santa Teresa de Lisieux ou ainda Santa Teresinha do Menino Jesus, carmelita, doutora da Igreja (à direita);
- Maria Luísa, carmelita em Lisieux, chamada "Irmã Maria do Sagrado Coração";
- Maria Paulina, carmelita em Lisieux, chamada "Madre Agnes de Jesus";
- Maria Leónia, visitandina em Caen, chamada "Irmã Françoise-Thérèse";
- Maria Celina, carmelita em Lisieux, chamada "Irmã Geneviève da Santa Face";
- Por último, os 4 irmãos de Santa Teresinha que morreram ainda crianças.

Oração da colecta:
Ó Deus, que destes aos santos Luís e Zélia a graça de caminhar pelo caminho da santidade como esposos e pais cristãos, concedei-nos, por sua intercessão e pelo seu exemplo, saber amar-vos e servir-vos fielmente respondendo dignamente cada um à sua vocação. Por Nosso Senhor Jesus Cristo…

Oração sobre as oblatas:
Senhor, ao apresentar sobre o vosso altar esta oferenda concedei-nos aquele sentimento de piedade que infundistes aos santos Luís e Zélia, para que nos entreguemos com pureza de alma e coração devoto a esta santa celebração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo…

Oração depois da comunhão:
Que a comunhão dos vossos sacramentos nos salve, Senhor, e nos conserve na luz da vossa verdade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo…


quinta-feira, 11 de julho de 2019

O trabalho é oração e a oração é trabalho


Festa de S. Bento (480-21/3/547) pois neste dia foram transladados os seus restos mortais.














Paulo VI em 1964 declarou-o:
- Padroeiro Principal da Europa
­- Missionário da Paz
- Formador da unidade
- Mestre da cultura
- Grande promotor da vida cristã
- Organizador da vida monástica ocidental
- Pai da Europa

A sua Regra consistia em dedicar tanto tempo à oração quanto ao trabalho e vice-versa.
Ele queria que os seus monges rezassem tanto quanto trabalhavam e que trabalhassem tanto quanto rezavam.

Cf. José Cordeiro e A. Martimort, Liturgia as horas iniciação à oração, Secretariado Nacional de Liturgia, 2015:
Parece ter sido a Regra de S. Bento que formulou de maneira clara o princípio da recitação integral do saltério numa semana: depois de descrever minuciosamente a distribuição dos salmos que propõe, S. Bento acrescenta esta advertência: “se a alguém não agradar esta distribuição dos salmos, estabeleça outra ordem, se a julgar melhor, contando que mantenha absolutamente a salmodia integral dos cento e cinquenta salmos do saltério cada semana.” Na realidade ele não fazia mais do que seguir sobre este ponto o uso romano, que se manteve, apesar das vicissitudes dos séculos, até ao Concílio Vaticano II.
No entanto a vida moderna exige ritmos menos tensos para a oração. Por isso, a fim de assegurar uma celebração mais interiorizada da Liturgia das Horas, o Concílio Vaticano II decidiu abandonar o ciclo semanal do saltério, doravante repartido por quatro semanas.

Que também hoje haja tanto tempo para rezar como para trabalhar…
Rezando com o trabalho…
Trabalhando com a oração…
O trabalho é oração
E a oração é trabalho.

Ver também: