sexta-feira, 20 de março de 2020

Via Sacra (20)

Via-sacra da MISERICÓRDIA
e a MISERICÓRDIA na via-sacra


I Estação: Jesus é condenado à morte
Obra de misericórdia:
Dar de comer a quem tem fome.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom, é eterna a sua misericórdia.
Ele dá alimento a todo o ser vivo, é eterna a sua misericórdia (Sl 135).

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que sois condenado à morte pelos nossos pecados, dai-nos a graça de estar atentos àqueles que carecem de pão, do alimento para a sua subsistência, para conservarem a dignidade da vida humana recebida e acolhida. Dai pão a quem tem fome e fome de justiça a quem tem pão Ámen.


II Estação: Jesus carrega a sua cruz
Obra de misericórdia:
Suportar com paciência as fraquezas do nosso próximo.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
O Senhor é clemente e misericordioso, paciente e cheio de bondade (Sl 102)

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que suportais o peso da cruz no vosso corpo, dai-nos a graça de suportar com paciência as fragilidades e o pecado de cada pessoa que connosco se cruza nos caminhos da vida, para manifestarmos a vitalidade da vossa misericórdia nas situações concretas do quotidiano. Ámen.


III Estação: Jesus cai pela primeira vez
Obra de misericórdia:
Corrigir os que erram.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Compadecei-vos de mim, ó Deus, pela vossa bondade,
pela vossa grande misericórdia, apagai os meus pecados…
Ensinarei aos pecadores os vossos caminhos
e os transviados hão de voltar para Vós (Sl 50).

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que caís sob o desmesurado peso da cruz da humanidade, dai-nos a graça de viver numa atitude permanente e autêntica de correção fraterna, para encaminharmos para vós todos os que percorrem vias errantes e pouco dignas da condição humana. Ámen.


IV Estação: Jesus encontra a sua mãe
Obra de misericórdia:
Dar pousada aos peregrinos.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
A minha alma glorifica ao Senhor porque… acolheu a Israel, seu servo, lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido aos nossos pais (Lc 1, 54).

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que encontrais vossa mãe no caminho da cruz e sentis o seu olhar terno, dai-nos a graça de partilhar os sofrimentos daqueles que nos acompanham na vida, sobretudo da nossa família, para sermos fonte de consolação e de amparo para aqueles que albergamos no nosso coração, no nosso lar. Ámen.


V Estação: Jesus é ajudado por Simão de Cirene
Obra de misericórdia:
Assistir os doentes.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Qual te parece ter sido o próximo daquele homem?
- O que usou de misericórdia para com ele.
- Vai e faz o mesmo (Lc10, 36-37)

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que acolheis a ajuda para levar a cruz, dai-nos a graça viver disponíveis e atentos às dificuldades e carências que as pessoas mais próximas de nós sofrem, de modo particular os doentes, para nunca deixarmos que sucumbam sob o peso da vida, mas sintam através de nós a vossa salutar presença. Ámen.


VI Estação: Jesus encontra Verónica
Obra de misericórdia:
Dar de beber a quem tem sede.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
A sua misericórdia se estende de geração a geração sobre aqueles que O temem (Lc. 1,50)

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que manifestais a vossa face às pessoas que convosco fazem este caminho, dai-nos a graça de estar atentos à sede de vida abundante e de sentido dos nossos contemporâneos, para que jorremos a água viva que nos concedeis. Ámen.


VII Estação: Jesus cai pela segunda vez
Obra de misericórdia:
Dar bom conselho.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Ide aprender o que significa: Prefiro a misericórdia ao sacrifício… Porque não vim chamar os justos, mas os pecadores (Mt 9, 13)

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que não recusais a missão que vos foi confiada, dai-nos a graça de ser dóceis ao sopro do vosso Espírito, que nos auxilia nas palavras que devemos dizer e nas ações que devemos praticar, para aconselharmos segundo a vossa vontade aqueles que hesitam na vida e não sabem o rumo a tomar. Ámen.


VIII Estação: Jesus fala às mulheres
Obra de misericórdia:
Consolar os tristes.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Bendito seja o Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda a consolação, o Qual nos consola em todas as nossas tribulações, a fim de podermos consolar, com a mesma consolação com que somos consolados, aqueles que estão atribulados. Pois assim como crescem em nós os padecimentos de Cristo, crescem também por Cristo as nossas consolações (2Cor 1, 2-5)

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que consolais as pessoas que se compadecem do vosso sofrimento, dai-nos a graça de nos sentir tocados pelas feridas da humanidade e de não fecharmos os olhos ao padecimento alheio, para sermos sempre fonte de consolação das tristezas e mágoas da vida. Ámen.


IX Estação: Jesus cai pela terceira vez
Obra de misericórdia:
Visitar os presos.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Graças ao coração misericordioso do nosso Deus, que das alturas nos visita como sol nascente (Lc 1,78).

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que não vacilais nos passos de salvação da humanidade, dai-nos a graça de ser fonte de esperança e de libertação para aqueles que caem na tentação do erro, da mentira, da vida fácil, para sermos presença silenciosa e eloquente, aberta a possibilidades de vida nova que nos concedeis. Ámen.


X Estação: Jesus é despojado das vestes
Obra de misericórdia:
Vestir os nus.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão e longanimidade… Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade que é o vínculo da perfeição (Col 3, 12-14)

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que sois despojado das vossas vestes, dai-nos a graça de não voltar o rosto às pessoas que precisam de ser revestidas de dignidade humana e às que esqueceram a sua veste batismal, para reencontrarem o caminho que conduz à verdade do ser e do existir em plenitude. Ámen.


XI Estação: Jesus é crucificado
Obra de misericórdia:
Perdoar as injúrias.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Deus, que é rico em misericórdia, pelo grande amor com que nos amou, estando nós mortos pelos nossos delitos, deu-nos a vida com Cristo (Ef 2, 3-5).

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que viveis em contínuo dinamismo de perdão mesmo para aqueles que querem dar-vos a morte, dai-nos a graça de ser fonte de misericórdia para todos os que nos ofendem, injuriam e maltratam, para manifestarmos a grandeza e a vitória do vosso perdão, vertendo o ciclo do ódio e da vingança em amor e paz. Ámen.


XII Estação: Jesus morre na cruz
Obra de misericórdia:
Rezar a Deus por vivos e defuntos.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Bem-aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia (Mt 5, 7).

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que entregais a vossa vida na cruz para nossa salvação, dai-nos a graça de ser como o grão de trigo que, ao cair à terra, morre para dar fruto de vida nova, para confiarmos na oração como força de construção de unidade e comunhão entre vivos e defuntos. Ámen.


XIII Estação: Jesus é descido da cruz
Obra de misericórdia:
Ensinar os ignorantes.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Brilha aos homens retos, como luz nas trevas, o homem misericordioso, compassivo e justo (Sl 111, 4).

Oração
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que derramais do vosso lado aberto as fontes da salvação, dai-nos a graça de ir ao encontro daqueles que desconhecem o vosso amor por nós, para sermos transparência da sabedoria que derramais sobre todos. Ámen.


XIV Estação: Jesus é sepultado
Obra de misericórdia
Sepultar os mortos.

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
A misericórdia do Senhor não acaba, não se esgota a sua compaixão. Cada manhã ela se renova. Por isso espero nele (Lm 3, 22).

Oração:
Senhor Jesus, rosto de misericórdia do Pai, que sois sepultado num túmulo novo, dai-nos a graça de fazer memória dos nossos irmãos que já morreram e de fortalecer a esperança de que vivem em paz na vossa presença. Ámen.


XV estação: Jesus ressuscita
Obra de Misericórdia:
Jesus Cristo é o rosto da misericórdia do Pai

Invocação:
Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

Citação:
Sede misericordiosos como o vosso Pai é misericordioso (Lc 6, 36).

Oração:
Senhor, nosso Deus, nós Vos louvamos e damos graças, porque nos enviastes Jesus, sinal da Vossa misericórdia. Ele exerceu a misericórdia, entregando a Sua vida. Foi por amor que Ele aceitou a paixão e morte de cruz. Foi por amor que ele ressuscitou e cumulou com a misericórdia divina. Fazei de nós continuadores das atitudes de Jesus, que cura, dá alento, vida abundante. Ámen.



quinta-feira, 19 de março de 2020

O pai do dia




















O dia do pai
e o pai do dia

O dia de São José é o dia do pai,
porque Jesus chamou pai a São José.

Em geral os homens confiam os seus filhos à proteção de Deus.
Deus confiou o seu Filho à proteção de um homem chamado José.
É por isso que a Igreja se confia à proteção do mesmo São José.
Se ele soube cuidar tão bem de Jesus, saberá cuidar também da Igreja.

Ver também:

quarta-feira, 18 de março de 2020

O pecado do esquecimento


4ª feira – III semana da quaresma

Da 1ª leitura – Deut 4,1.5-9
Tende cuidado, prestai atenção para não esquecer tudo o que viram os vossos olhos, nem deixeis fugir do pensamento em nenhum dia da vossa vida. Ensinai-o aos vossos filhos e aos filhos dos vossos filhos.

A)
O pecado do esquecimento consiste em 7 ações ou omissões:       
- Descuidar-se – (Tende cuidado)
- Não estar atento – (prestai atenção)
- Não lembrar-se ou não guardar na memória – (não esquecer o que os olhos viram)
- Deixar de pensar – (deixar fugir do pensamento)
- Não viver – (em nenhum dia da vossa vida)
- Não transmitir – (ensinai-os aos vossos filhos)
- Não guardar para a eternidade – (e aos filhos dos vossos filhos)

B)
Não esquecer o que os olhos viram:
A sabedoria popular diz: Longe da vista, longe do coração.
Então, se está perto da vista, deve estar sempre perto do coração.
É por isso que não podemos esquecer o que vimos, isto é, o que vivemos ou experimentamos.

C)
Canção 
Tão perto de mim, 
tão perto de mim,
que até eu lhe posso tocar:
aqui está Jesus.

Não procuro a Cristo nas alturas,
nem o encontrarei na escuridão.
Sinto que Jesus está juntinho a mim
dentro do meu ser, no coração.

Vou contar-lhe toda a minha vida
como a um amigo falarei.
Eu não sei se é Ele que habita em mim
ou se sou eu que já habito n'Ele.

Olha que Jesus vai ao teu lado,
entre as alegrias e as dores.
A teu lado vai sempre a caminhar,
Ele nunca te abandonará.

D)
Ver também:



segunda-feira, 16 de março de 2020

Deixar para trás


2ª feira – III semana da quaresma

Levantaram-se, expulsaram Jesus da cidade e levaram-no até ao cimo da colina sobre a qual a cidade estava edificada, a fim de o precipitarem dali abaixo. Mas Jesus, pesando pelo meio deles, seguiu o seu caminho.

Jesus deixa para trás tudo o que não o leva para a frente para seguir o seu caminho.

Hoje quero rezar que Deus me ajude a deixar para trás o que não me leva para a frente: Preocupações, vícios, maus hábitos, apegos, ganância, orgulho… 
Deixar para trás é renunciar, é ir para a frente.
Ir em frente, é deixar para trás.

Deixa para trás o que não te leva para a frente!


domingo, 15 de março de 2020

Extratos de um Diário


Ano A – III domingo da quaresma























Extratos do diário de uma samaritana convertida, da cidade de Sicar.

Fui buscar água à fonte de Jacob, como sempre, à hora menos frequentada, mais precisamente ao meio dia. Era mais fácil para mim suportar o calor implacável do que o olhar de desprezo das outras mulheres.
Ao aproximar-me vi a figura de um homem sentado à beira do poço. Achei estranho, mas nem sequer levantei os olhos, pois já bastava a má fama que eu tinha, dispensando assim a censura pública de falar com um desconhecido.
Foi ele que me dirigiu a palavra:
- Dá-me de beber.
A sua voz, mais clara do que a água daquela fonte, e mais profunda do que aquele poço, fez-me estremecer.
Ele pediu-me água, mas não era a água fresca e pura daquele poço para a sua boca seca, mas a água turva da minha vida dissipada, do meu cansaço, dos meus erros, da minha loucura e das minhas aventuras.
Era arrebatador aquele estrangeiro.
Ele seduziu-me, não como eu estava habituada a ser por tantos homens.
A minha alma ficou para sempre unida à sua alma.  
Nunca ninguém me tinha falado assim, nunca ninguém me tinha olhado assim. Todo o resto ficou para trás, só ele me cativou verdadeiramente.

Voltei a vê-lo dois anos depois desse primeiro encontro: foi no Gólgota, e estava cravado numa cruz. Segui-o até ali juntamente com outras mulheres.
Nessa Sexta-feira ele voltou a manifestar a sua sede, desta vez não só a mim, mas a toda a humanidade:
- Tenho sede – disse com a voz sufocada pelo sofrimento, mas sempre pura e profunda.
A minha experiência anterior fez-me compreender que ele, com essa expressão, queria dizer: entregai-me toda a água podre da vossa vida…
Dizendo do alto da cruz que tinha sede, voltou a pedir-me que o amasse e que me deixasse purificar outra vez.
Ele olhou para mim e senti-me de novo à beira do poço de Jacob, em Sicar, e mais uma vez deixei-me inundar da sua água viva.

Mais tarde compreendi donde lhe vinha essa água que me prometera em Sicar: Do seu coração trespassado saiu sangue e água…



sábado, 14 de março de 2020

Sede de Deus

Ano C – III domingo da quaresma

















A sede de Deus 
ou o Deus da sede

A sede que Deus tem de nós
ou a sede que nós temos de Deus

Nós somos a sede de Deus
Deus é a nossa sede


1. Quem chegou primeiro ao poço?
Foi Jesus.
Jesus chega primeiro ao poço porque é sempre ele a tomar a iniciativa.
Não somos nós a esperar por Deus, Deus é que espera por nós.
Quando aqui chegamos já ele estava à nossa espera.
Por maior que seja o nosso desejo, maior ainda é o desejo de Deus.

2. Que fez Jesus em primeiro lugar?
Sentou-se.
Não por estar cansado. Não por esperar sentado, que seria desesperar.
Sentou-se qual mestre na sua cátedra.
O verbo sentar-se tem uma semântica ampla que vai desde a indicação da forma de ensinamento, na relação mestre/discípulo à majestade de Deus, desde a descrição do gosto que Jesus tinha de sentar-se ao ar livre, à referência escatológica…
Ele sentou-se à beira do poço como mestre, não só da Samaritana, mas a pensar em cada um de nós, hoje.
Os que estão sentado a pedir representam os mendigos de Deus. Jesus sentado à beira do poço aparece a mendigar também.

3. Qual a primeira coisa que Jesus diz?
Jesus pede – dá-me de beber.
Jesus não diz – dá-me um pouco de água, ou dá-me daquela água ou traz-me água do poço.
A sua sede não se materializa na água, porque não é de água a sua sede. É uma sede maior.
Tenho sede, diz Jesus.
Esta expressão significa para Santo Agostinho – sede da vossa fé.
E para São Bernardo – sede da salvação dos homens.
Não é só o homem que é mendigo de Deus. Em Jesus, Deus também se apresenta como mendigo do homem.

4. Qual o pedido da Samaritana?
Dá-me dessa água.
Mudança de papéis: Jesus pede de beber, mas é ele que dá de beber.
Jesus pede-nos de beber para que nós não tenhamos medo de lhe pedir de beber.
A água que lhe pedimos é ele mesmo.
Ele é a água viva da nossa sede.

5. Todos temos sede
A pior coisa para um crente é estar saciado.
O crente é aquele que tem sede e fome de Deus, hoje e sempre.
Jesus disse, pelo menos em duas ocasiões, que tinha sede.
Assim está a lembrar-nos que todos temos sede e que nunca ficaremos saciados, a não ser na eternidade.
É a sede do infinito ou sede do absoluto.
As últimas palavras de Jesus na Escritura, Apocalipse 22, 17:
- Quem tem sede, aproxime-se! Aquele que deseja, receba gratuitamente a água da vida.
A minha sede é a minha bem-aventurança.

Ver também: