sábado, 12 de janeiro de 2019

I semana comum


Ofício de Leitura

Domingo do Batismo do Senhor
1ª – Vou fazer de ti a luz das nações, para que a minha salvação chegue até aos confins da terra.
2ª – Depois Jesus sobe das águas, elevando consigo o mundo inteiro, e vê abrirem-se os Céus de par em par, aqueles Céus que Adão tinha fechado para si e para a sua posteridade.

Santoral 13/01
Estou bem consciente, Deus Pai Omnipotente, de que a Vós devo consagrar a mais importante tarefa da minha vida, de modo que todas as minhas palavras e todos os meus pensamentos falem de Vós.

2ª feira
1ª – Deus fez chover a ciência e a inteligência e exaltou a glória dos que a possuem.
2ª – Senhor, salvai os que entre nós estão atribulados, tende piedade dos humildes, levantai os caídos, ajudai os necessitados, curai os enfermos, convertei os transviados, saciai os famintos, libertai os prisioneiros, fortalecei os fracos, animai os pusilânimes.

3ª feira
1ª – Os bens e os males, a vida e a morte, a pobreza e a riqueza, tudo vem do Senhor.
2ª – Nisto consiste precisamente o vício: usar mal, e contra os preceitos divinos, das capacidades que o Senhor nos concedeu para fazer o bem.

4ª feira
1ª – Vinde a mim, todos vós que desejais e saciai-vos com os meus frutos, porque pensar em mim é mais doce do que o mel…
2ª – O conhecimento do Pai é o Filho, e o conhecimento do Filho está no Pai e é revelado pelo Filho.

5ª feira
1ª – Ao romper da aurora o sol anuncia: Como é admirável a obra do Altíssimo! Contempla o arco-íris e bendiz Aquele que o criou.
2ª – O Pai de Cristo, santíssimo e imensamente superior a todas as coisas criadas, como ótimo timoneiro, pela sua sabedoria e pelo seu Verbo, governa, dispõe e executa sempre todas as coisas de modo conveniente.

Santoral 17/01
Todos os habitantes do lugar e os homens honrados que tratavam com Antão, vendo um homem assim, chamavam-lhe amigo de Deus; e uns amavam-no como filho, outros como irmão.

6ª feira
1ª – Quem já O viu, para poder falar d’Ele? Quem é capaz de O louvar como Ele merece?
2ª – Num coro composto por muitas pessoas diferentes sob a regência do diretor, cada um canta segundo a própria natureza e capacidade: o homem com voz de homem, a criança com voz de crianças, a mulher com voz de mulher, o adolescente com voz de adolescente; e no entanto de todo o conjunto resulta uma só harmonia. De maneira semelhante acontece na criação em geral.

Sábado
1ª – Façamos o elogio dos homens ilustres, dos nossos antepassados através das gerações. O Senhor realizou neles a sua glória, a sua grandeza desde sempre.
2ª – Imitemos o Criador e Senhor de todas as coisas, que se alegra com as suas obras.



quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Primeiro Sermão de Jesus


5ª feira depois da Epifania






















Proclamação:
Jesus voltou para a Galileia com a força do Espírito.
E começou a dizer: O Espírito está sobre mim…
- e me faz anunciar a boa nova aos pobres,
- a proclamar a redenção aos cativos,
- a dar vista aos cegos,
- a restituir a liberdade aos oprimidos
- e a proclamar a graça de Deus.

Reflexão
O Espírito é força.
O Espírito Santo é a força que faz mover Jesus.
Assim é Deus uno e trino:
Deus Pai, Deus Filho e Deus Força ou Espírito.

Aplicação
O Espírito Santo é a força de Deus que habita em nós.
Essa força impele-nos a continuar as obras de Jesus.
Essa força não está ao nosso serviço, mas ao serviço dos outros.
Sem essa força nada conseguimos.

Conclusão
Não há ninguém mais forte e mais poderoso do que um Cristão, pois tem a Força de Deus, ou seja, o Espírito Santo no seu coração.

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Quantos pães temos?


3ª feira – Depois da Epifania












Já tive a oportunidade de visitar o local do episódio evangélico de hoje – a multiplicação dos pães e dos peixes.
Aí é costume perguntar aos visitantes quantos pães veem no cesto representado no mosaico do chão da igreja edificada precisamente nesse local.
Todos respondem, como é óbvio, que contam 4 pães dentro do cesto.
Mas isso não condiz com o relato do Evangelho que fala em 5 pães.
Então como se explica a discrepância?
É que o outro está por baixo, dentro do cesto e não se vê? Não!
É porque o artista não tinha pedras suficientes para colocar mais um pão no mosaico? Não!
É porque o evangelista não soube contar bem? Não!
Foi uma distração do artista do mosaico? Não!
Porque alguém roubou o 5º pão como relíquia? Não!
É porque o 5º Pão é o próprio Jesus, o Pão descido do Céu.
Estão 4 pães no cesto e o 5º Pão deve ser encontrado sobre o Altar…é a Eucaristia, é o próprio Jesus cujo Corpo comungamos.
Esta simples obra de arte histórica é assim uma eloquente declaração de fé em Jesus Eucaristia.
















A igreja bizantina foi construída neste local entre os séculos V e VI. É desse tempo o mosaico que representa o cesto dos quatro pães e dos dois peixes, localizada ao pé do altar, perto da pedra onde colocaram os pães para Jesus abençoar. Na mesma localidade, Tabgha, bem junto ao mar da Galileia, realizaram-se também outros 2 episódios evangélicos: o Sermão da Montanha e o Primado de Pedro.



segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Natal (66)























Jesus veio a este mundo 
       para nos levar para o seu mundo.
O presépio está entre o céu e a terra, 
       entre estes dois mundos.
Jesus desceu à terra 
       para nos fazer subir ao céu com Ele.
O seu percurso é também o nosso percurso:
       descer até aos irmãos e subir até Deus.

Olhemos para o Céu 
       para dar Glória a Deus.
Olhemos para a terra 
       para construir a Paz.





















domingo, 6 de janeiro de 2019

Afinal eram Rainhas

















Afinal os Reis Magos não eram homens, mas sim mulheres disfarçadas. Eram Baltazara, Gaspara e Melchiora, mais conhecidas na sua terra como Zara (não a da marca), Gaga (não a Lady) e Merche (não a Romero). Viviam em regiões distantes, mas visitavam-se assiduamente para atualizar receitas, modas, mexericos e outros conhecimentos. Num desses encontros combinaram explorar o mistério da Estrela que, segundo o que ouviram dizer, anunciava o nascimento de alguém muito importante… Mas, sendo mulheres, como poderiam sair dessas regiões sem serem malvistas e como atravessar lonjuras sem serem incomodadas? Decidiram então vestir-se de homens, mudar o nome para masculino, montar uns camelos e pôr-se a caminho.
Estavam ansiosas por encontrar esse Menino anunciado pela Estrela. Trouxeram na bagagem várias ofertas, mas isso era só para despistar, pois só queriam abraçá-lo.
Ao chegarem a Jerusalém procuraram no palácio real o novo rei que acabara de nascer. Quase foram denunciadas por Herodes que estranhou o timbre da voz dos seus visitantes bem como a pele macia das suas mãos… Ele achou estranho, mas não quis meter-se com os jeitos ou trejeitos pouco masculinos desses estrangeiros. Elas ficaram tristes ao ver a perturbação de toda a cidade, a começar por Herodes. Este sentia-se ameaçado por essa criança, a cidade sentia-se protelada a favor de uma cidadezinha da periferia… Só ficaram aliviadas quando deixaram Jerusalém e a Estrela começou a brilhar com mais intensidade e o seu coração a palpitar com outra emoção.
Chegaram enfim a Belém. Encontraram o Menino que tanto desejaram, sentado no melhor trono que podia existir, ou seja, no colo da sua mãe. Apresentaram-se como sendo Baltasar, Gaspar e Melchior, Reis Magos vindos da Índia, Pérsia e Arábia. Ajoelharam-se e para não perderem o disfarce ofereceram-lhe ouro, incenso e mirra que nas suas mãos e gostos femininos não eram mais que cordões, anéis e braceletes de ouro (ou não fosse Ele verdadeiro rei), várias peças de tecido, turbantes, lençóis, embebidos em óleo de mirra (ou não fosse Ele verdadeiro homem) e vários frascos de incenso e outros perfumes, bem ao gosto das mulheres (ou não fosse Ele verdadeiro Deus).
A Mãe de Jesus, que tinha um olhar perspicaz, percebeu logo no seu coração a camuflagem dessas Magas Rainhas e sem hesitação passou-lhes o Menino para os seus braços… e então foi o delírio! Tinham feito tudo isto só para poder abraçá-lo e eis que a sua bendita mãe percebeu sem pedir explicações (ela é de facto Bendita entre as mulheres).
E no meio de tanta felicidade, encheram-se de coragem, libertaram-se dos seus disfarces masculinos e começaram a fazer o serviço doméstico, segundo o seu costume e sensibilidade.
Quando o menino teve de refugiar-se no Egipto, as três Rainhas Magas voltaram para as suas terras. E disseram que iam regressar por outro caminho… pelo caminho da felicidade, da verdade e da plena realização. De facto regressaram por outro caminho para não se encontrarem outra vez com Herodes e porque vieram como reis e voltaram como rainhas, porque tinham encontrado Aquele que tem o poder de mudar tudo e todos, Jesus Cristo Nosso Senhor. Amén!




Epifania do Senhor


Ofício de leitura

Solenidade da Epifania
1ª – Vê como a noite cobre a terra e a escuridão os povos. Mas sobre ti levanta-se o Senhor, e a sua glória te ilumina.
2ª – Representados pelos três Magos, adorem todos os povos o Autor do universo e seja Deus conhecido em todo o orbe da terra.

2ª feira
1ª – Ei o meu servo, a quem eu protejo, o meu eleito, enlevo da minha alma.
Ou – Como a terra faz brotar os germes e o jardim germinar as sementes, assim o Senhor fará brotar a justiça e o louvor diante de todas as nações.
2ª – Com o incenso reconhecem-no como Deus, com o ouro aceitam-no como Rei, com a mirra exprimem a fé naquele que havia de morrer.

Santoral 07/01
Longe de vós pertencerdes ao número daqueles em cujas casas há sossego e descanso, que vivem sem preocupações e não são visitados pela vara do Senhor.

3ª feira
1ª – Entrai, entrai pelas portas, abri caminho ao povo; aplanai, aplanai a estrada, retirai dela as pedras, levantai estandarte para os povos.
2ª – Se o homem se tornou imortal, também será divinizado.

4ª feira
1ª – Vou recordar os benefícios do Senhor, os feitos gloriosos do Senhor, tudo quando ele fez por nós.
2ª – O sol da justiça purifica-se no Jordão, o fogo é submergido na água. Deus é santificado pelo ministério de um homem.

5ª feira
1ª – Vós Senhor sois nosso Pai, nós o barro de que sois o Oleiro; somos todos obra das vossas mãos.
2ª – O Pai declara ter gerado hoje Aquele que era Deus, dele mesmo gerado antes de todos os séculos, para significar que nos recebia em Cristo como filhos adotivos. Efetivamente, em Cristo, enquanto homem, se compreendia toda a natureza humana.

Santoral 10/01
Os sacerdotes atingirão a santidade da maneira que lhes é própria, se exercerem as suas funções sincera e infatigavelmente no espírito de Cristo.

6ª feira
1ª – Não se fatigarão inutilmente… porque serão uma geração de benditos do Senhor. Antes que eles chamem, eu lhes responderei; e, estando eles ainda a falar, já os terei atendido.

Sábado
1ª – A mão do Senhor manifestar-se-á aos seus servos e a sua indignação aos seus inimigos.
2ª – Cristo veio à terra para se unir em matrimónio com a Igreja, mediante a Encarnação.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Os Pobres Reis Magos


Dia de Reis ou da Epifania 






















Os Pobres Reis Magos

Em geral pensamos que os Reis Magos eram pessoas muito ricas, vestidas de brilhantes, da alta sociedade a rondar o estrelato que se deram ao luxo de fazer um safari até Belém para oferecer ao Deus Menino aquilo que lhes sobrava – Ouro, incenso e mirra.
Mas isto não está no Evangelho nem se coaduna com a mensagem que o autor sagrado nos quer transmitir.
Então quem eram e que aconteceu realmente?
Só sei que eram pessoas muito simples, até mesmo pobres e humildes e que tinham responsabilidades comunitárias.
Sentiram-se chamados a ir à fonte de inspiração para o serviço das suas comunidades. E partiram.
Depois de várias peripécias chegaram a Jerusalém onde Herodes não os quis receber, pois não eram nem ricos nem poderosos. Como disseram que iam ao encontro de um grande Rei, então Herodes chamou-os secretamente, porque talvez pudesse ganhar alguma coisa com essa situação.
E chegaram a Belém. Entraram na casa onde se encontrava o Menino com quem tinham sonhado. 
E encheram-se de alegria por terem chegado ao seu destino e pelo seu percurso não ter sido em vão.
E como agradecer, se não tinham nada?
Então um Mago tirou a coroa de ouro, a única coisa de valor que trazia e entregou a Jesus que ficou como um rei.
O outro tirou a longa faixa do turbante branco que cobria a sua cabeça e entregou-o ao Menino, qual sudário de homem mortal.
O terceiro tinha apenas o seu cachimbo do qual saia fumo, qual incenso que perfumava o ambiente e se elevava para o céu e depositou-o aos pés de Jesus, como Filho do Deus Altíssimo.
Assim, tudo o que ofereceram foi fruto da sua generosidade, da sua renúncia e da sua pobreza. Ofereceram tudo o que tinham e não aquilo que lhes sobrava.
E Jesus abençoou tal desprendimento, sacrifício e humildade.
Os Pobres Reis Magos regressaram enriquecidos, porque valorizados e diferentes, para as suas comunidades distantes.
Levavam mais do que trouxeram.
Levavam uma tríplice mensagem:
       1ª - Vale sempre a pena levantar os olhos para a nossa estrela. Não vale a pena viver cabisbaixos, deprimidos, tristes. É preciso olhar para o Céu.
       2ª – Vale sempre a pena deixar-se iluminar pela nossa estrela. Que ela brilhe no nosso coração para não andarmos nas trevas ou no erro.
       3ª - Vale sempre a pena pôr-se a caminho, deixando-nos guiar pela nossa estrela. Não podemos marcar passo, mas avançar, progredir, ir em frente.
Só assim iremos ao encontro do Outro e dos outros, ou seja, de Deus e dos irmãos.
Os Pobres Reis Magos chegaram à sua terra e partilharam tudo isto que aprenderam com toda a generosidade, sacrifício e humildade.
E todos ficaram a saber que afinal a Estrela era o Menino Jesus e a partir daí o Deus Menino passou a ser de facto a sua Estrela.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Um Rei Mago chamado Jesus


Ano C – Solenidade da Epifania do Senhor

Jesus
Não está fechado num Palácio Real, nem no Templo de Jerusalém, nem sob a proteção de guarda-costas. Está aberto a todos os que querem aproximar-se.
Não está sentado no trono do Rei, mas no menino ameaçado que tem de fugir para o Egito.
Não está no tabernáculo sagrado, mas no colo da sua mãe, aos cuidados de uma mulher.
Não está no púlpito de profeta, mas no menino necessitado, rodeado de pobres e humildes.

Os Reis Magos
Não vêm da Grécia, centro do poder filosófico e cultural.
Não vêm de Roma, centro do poder político e militar.
Não vêm do Monte Sião, centro do poder religioso e espiritual.
Vêm das periferias, por caminhos não traçados pelos homens.
Olham para o alto, seguem uma estrela.
Caminham altivos, chegam pequeninos.
Não conduzem ninguém, são conduzidos.
Chegam em missão centrípeta, partem em missão centrífuga.

Jesus identifica-se com os Magos e estes identificam-se com Jesus.
Basta mudar o título dos dois capítulos anteriores.
Assim, por exemplo, Jesus não vem da Grécia, nem de Roma, nem de Jerusalém, vem das periferias, pequenino, pobre, humilde…
Os Magos não estão no Palácio, nem no Templo, mas no aconchego familiar, ameaçados, pois precisam de ir por outro caminho…
A diferença é que Jesus é o Filho de Deus que se fez Homem, para que estes homens vivessem como filhos de Deus.





quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Identidade de Jesus


5ª feira antes da Epifania

De há algum tempo a esta parte temos vindo a acolher a apresentação de Jesus.
Primeiro foi através dos nomes:
- Emanuel (Deus connosco)
- Jesus (Javé é salvação ou o Senhor salva)
Depois foi a reflexão teológica:
- Verbo encarnado
- A luz divina
Agora é a vez de João Baptista, o Precursor que vai à frente a apresentá-lo:
- Cordeiro de Deus
- O Filho de Deus
Riquíssima apresentação de Jesus. 
Cordeiro diz-se na língua aramaica, língua comum então falada, talya´.
Mas talya´ significa, não só cordeiro, mas também servo, filho e pão. 
Aí está traçada, com uma pincelada de mestre, a identidade de Jesus.

















- Porque é que junto ao Sacrário há 2 cordeiros?
- Não são 2 mas 3. Dentro do Sacrário está o Outro, o verdadeiro Cordeiro. Por isso é que nós dizemos 3 vezes o Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo…

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Dar Voz à Palavra


4ª feira antes da Epifania

João Baptista declarou:
- Eu não sou o Messias. Eu sou a voz que clama…

A Voz e a Palavra
O Precursor e o Messias
João Baptista e Jesus
O Batismo na água e o batismo no Fogo e no Espírito

Voz e Palavra não são a mesma coisa.
A Voz pode fazer-se ouvir sem palavras.
A Palavra pode ser transmitida sem voz.
A Voz é passageira, a Palavra é eterna.

João Baptista é a voz, Jesus é a Palavra.
E a Palavra fez-se carne e habitou entre nós,
E a Voz clamou no deserto...

Conclusão:
Deus é a Palavra.
Nós somos a Voz.
É preciso dar Voz à Palavra
e dar Palavra à nossa Voz.




terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Encontraram Maria...


Ano C – Solenidade de Santa Mãe de Deus

Sancta Dei Genitrix

Os pastores dirigiram-se apressadamente para Belém e encontraram Maria, José e o Menino deitado na manjedoura.

1º - Os pastores fora apressadamente – Tinham pressa, urgência e desejo de conhecer…
O amor não perde tempo. Para quem ama tudo é imediato, tudo é urgente.
Os pastores de evangelizados passaram imediatamente a evangelizadores… contando o que lhes tinham anunciado, glorificando e louvando a Deus…

2º - Quem encontraram primeiro? Encontraram Maria… e por ela chegaram a Jesus. Foi e será sempre assim. Jesus veio através de Maria até nós. Nós vamos a Jesus através de Maria. Quem encontra Maria chega sempre a Jesus. Um dia Jesus completará o caminho: Mulher, eis o teu filho, eis a tua mãe… É por Jesus que se chega a Maria.
Ela é mãe de Deus e nossa mãe. 
Por Maria nós vamos até Jesus e por Jesus nós vamos até Maria.