segunda-feira, 24 de agosto de 2026

São Natanael, Apóstolo

 

Festa de São Bartolomeu, Apóstolo

Tradicionalmente, o apóstolo Bartolomeu é identificado com Natanael:  um nome que significa «Deus deu». Este Natanael provinha de Caná (cf Jo 21,2), portanto é possível que tenha sido testemunha do grande «sinal» realizado por Jesus naquele lugar (cf Jo 2,1-11). A identificação das duas personagens é provavelmente motivada pelo facto de este Natanael, no episódio de vocação narrada pelo evangelho de João, ser colocado ao lado de Filipe, isto é, no lugar que Bartolomeu ocupa nos elencos dos apóstolos narrados pelos outros evangelhos.

 

Filipe tinha comunicado a este Natanael que encontrara «Aquele de quem está escrito na Lei de Moisés e nos profetas. É Jesus de Nazaré, filho de José». Como sabemos, Natanael tinha um forte preconceito: «De Nazaré pode vir alguma coisa boa?». Esta espécie de contestação é, à sua maneira, importante para nós. De facto, ela mostra-nos que segundo as expectativas judaicas, o Messias não podia provir de uma aldeia obscura como era precisamente Nazaré (cf Jo 7,42); mas, ao mesmo tempo, realça a liberdade de Deus, que surpreende as nossas expectativas fazendo-Se encontrar precisamente onde não O esperávamos. Por outro lado, sabemos que Jesus, na realidade, não era exclusivamente «de Nazaré», pois tinha nascido em Belém (cf Mt 2,1; Lc 2,4) e, em última análise, provinha do Céu, do Pai que está no Céu.

(CF Bento XVI, 2006)

 

Conclusão:
Natanael tinha razão. Confirmou que de Nazaré nunca veio alguma coisa boa. De facto, Jesus não nasceu em Nazaré, nem de lá vinha, Ele vinha do Céu…

 

sábado, 22 de agosto de 2026

90º aniversário do martírio


23 de agosto de 1936

Martírio do Beato Juan Maria da Cruz, SCJ

Oração

Beato Juan Maria,

tu que foste um homem simples,

pedimos-te que nos acompanhes no nosso caminho.

Não procuraste ser um herói nem ter poder,

apenas quiseste ser fiel a Jesus até ao fim.

Aceitaste o teu destino com uma paz profunda,

porque sabias que a tua vida estava nas mãos de Deus.

É essa mesma confiança que hoje te pedimos

para enfrentarmos com serenidade as nossas dificuldades.

Olha com especial carinho para os jovens

que sentem o chamamento para servir os outros.

Tu, que proteges as vocações dehonianas,

dá-nos a clareza necessária para descobrirmos

a vontade de Deus sobre cada um de nós

Não deixes que o medo ou as dúvidas nos impeçam.

Ajuda-nos a ver que vale a pena entregar a vida.

Dá-nos um coração corajoso como o que tu tiveste,

capaz de dizer «sim» com alegria e sem condições.

Ensina-nos a todos a reparar a dor do mundo,

colocando amor onde outros apenas colocam indiferença.

Sê o nosso amigo no céu e o nosso exemplo na terra

para que nunca nos cansemos de seguir Jesus.

Ámen.

 

Ver também:

Proto mártir dehoniano

Memória dehoniana


sexta-feira, 21 de agosto de 2026

3 amores, 2 mandamentos


6ª feira – XX semana comum

Duplo mandamento

 

Deus não te pede muitas coisas porque, por si mesma, a caridade é o pleno cumprimento da Lei.

Mas este amor é duplo: amor a Deus e amor ao próximo.

Quando Deus te manda amar o próximo, não te diz: ama-o com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente; mas diz-te: ama o teu próximo como a ti mesmo.

Portanto, ama a Deus com todo o teu ser, porque Ele é maior do que tu; ama o teu próximo como a ti mesmo, porque ele é como tu.

Mas, se há três objetos do nosso amor, porque há apenas dois mandamentos?

Vou dizer-te: Deus não julgou necessário encarregar-te de te amares a ti próprio porque não há ninguém que não se ame a si mesmo. Mas muita gente se perde porque se ama mal. Ao mandar-te amá-lo com todo o teu ser, Deus deu-te a regra segundo a qual deves amar.

Queres amar-te? Então ama a Deus com todo o teu ser. Com efeito é nele que te encontrarás, evitando assim perderes-te em ti. Deste modo é-te dada a regra segundo a qual deves amar-te: ama Aquele que é maior do que tu e amar-te-ás a ti mesmo e amarás o teu próximo como a ti mesmo.

(Sermão de Santo Agostinho)

 

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Dar-te-ei um coração novo


5ª feira – XX semana comum

Da 1ª leitura – Arrancarei do teu peito o coração de pedra e dar-te-ei um coração de carne.

Deus cumpriu essa profecia, dando-nos um coração de carne, coração manso e humilde, um coração aberto. É o Coração de Jesus.

 

Do Evangelho – E a sala encheu-se de convidados.

A maior alegria de um pai é ver todos os seus filhos unidos à volta da mesma mesa. É este o objetivo desta parábola.

Deus continua a nos convidar para nos unirmos à volta da mesma mesa do pão e da sua palavra.

 

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Deus é um Deus de saída

4ª feira – XX semana comum

- Porque é que o senhor da parábola de hoje saiu 6 vezes ao encontro de trabalhadores?

Sabendo que o proprietário é Deus e os trabalhadores são os seus filhos, as respostas podem ser muitas, mas complementares:

 

- Porque os trabalhadores precisavam do proprietário.

- Porque o proprietário precisava de trabalhadores.

- Porque Deus não quer ver ninguém desocupado.

- Porque Deus não pode passar mais de 2 horas sem ir ter com os homens.

- Para que os homens se habituem à presença de Deus.

- Porque não somos apenas nós a procurar a Deus, mas Deus é quem nos procura.

- Porque Deus está connosco em todos os momentos do dia.

- Para que não tenhamos medo de ser uma igreja de saída.

- Para nos ensinar a viver em função dos outros.

 

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Deus no coração dos ricos


3ª feira – XX semana comum

 

Deus no coração dos ricos

Os ricos no Coração de Deus

Em verdade vos digo: um rico dificilmente entrará no Reino dos Céus.

É mais fácil passar um camelo pelo fundo duma agulha do que um rico entrar no Reino de Deus».

Ao ouvirem estas palavras, os discípulos ficaram muito admirados e disseram: «Quem poderá, então, salvar-se?».

Jesus olhou para eles e respondeu: «Aos homens isso é impossível, mas a Deus tudo é possível»

 

- Porque que é que um rico dificilmente entrará no Reino dos Céus?

- Porque dificilmente o Reino dos Céus entrará num rico.

O rico não entra porque não deixa o Reino entrar.

De facto, se um rico está cheio de si mesmo, enfatuado e orgulhoso, se é convencido e autossuficiente, o Reino dos Céus não pode entrar no seu coração que já está cheio.

Mas o que é impossível para os homens, é possível para Deus.

O termo rico, não se refere apenas a dinheiro, ouro ou prata, e a outros bens deste mundo, mas também a tudo aquilo que ocupa lugar no nosso coração e que pode ser dispensado como orgulho, vaidade, amor próprio, manias…

É preciso esvaziar-se de tudo isso para que a Palavra de Deus entre no nosso coração e assim possamos entrar no Reino de Deus.

O problema não é ter dinheiro no coração, mas ter o coração no dinheiro.

Então como pode ter o coração em Deus?

 

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Perdoar e ser perdoado


5ª feira – XIX semana comum

Parábola do Rei a ajustar contas com os seus servos (Mt 18, 23-35)

 

Versão atualizada

 

Um velho vendia brinquedos no mercado de Bagdade.

Os seus compradores, sabendo que ele estava com a visão fraca, de vez em quando, pagavam com moedas falsas.

O velho percebia o truque, mas não dizia nada.

Nas suas orações, pedia a Deus que perdoasse os que lhe enganavam.

- Talvez estejam com pouco dinheiro, e querem comprar presentes para os filhos – dizia consigo mesmo.

O tempo passou e o homem morreu.

Diante na entrada do Paraíso, antes de bater à porta para entrar, rezou mais uma vez:

- Senhor! – disse – Sou um pecador. Fiz muita coisa errada, não sou melhor que as moedas falsas que recebi. Perdoai-me!

Neste momento o portão se abriu, e uma Voz disse:

- Perdoar o quê? Como posso julgar alguém que, em toda a sua vida, jamais julgou os outros?

 

À margem:

Diz um Provérbio Chinês – Quem não perdoa está a cavar duas covas: uma para o ofensor e outra para si mesmo.

 

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Dia da Páscoa do Pe. Dehon


No dia do nascimento para o céu

do nosso Fundador,

bendigamos ao Senhor

por todos os dons com que o cumulou,

particularmente pela graça e missão

de enriquecer a Igreja

com o nosso Instituto religioso apostólico,

chamado a viver da sua inspiração evangélica

e a fazer frutificar o seu carisma

na Igreja e no mundo.


Rezemos:

 

Pai Santo,

nós te louvamos, bendizemos e damos graças

pelo Padre Dehon

e por tudo quanto fizeste nele

e, por meio dele, na Igreja.

Como Fundador,

ele é para nós pai e modelo

de quanto nos pedes, na Igreja e no mundo.

A seu exemplo queremos conhecer o teu amor,

e corresponder-lhe com uma íntima união

ao Coração de Cristo, teu Filho,

empenhando-nos com ardor

na instauração do seu reino

nas almas e na sociedade.

Por sua intercessão,

infunde em nós o Espírito Santo

que dê constância e eficácia

aos nossos propósitos.

Ámen!



quarta-feira, 5 de agosto de 2026

A igreja mariana mais antiga


Memória da dedicação da Basílica de Santa Maria

Nossa Senhora das Neves

Qual foi a primeira igreja a ser dedicada a Nossa Senhora?

A Basílica de Santa Maria das Neves, ou Santa Maria Maior, em Roma. Cuja festa de dedicação é celebrada a 5 de agosto foi a primeira igreja em Roma dedicada a Nossa Senhora. No século IV, o Papa Libério acrescentou uma sala lateral a um grande salão já existente de um palácio patrício romano e a dedicou ao culto; por essa razão, foi chamada de Basílica de Libério. O Papa Sisto III (432-440) restaurou-a quase um século depois e a dedicou à Virgem, que o Concílio de Éfeso havia definido como Theotokos, isto é, a Mãe de Deus. Foi então que a Basílica recebeu o nome de Santa Maria Maior.

De facto, a Basílica de Santa Maria Maior (Santa Maria Maggiore), também conhecida como Basílica de Nossa Senhora das Neves, ou Basílica Liberiana, é uma das basílicas patriarcais (representada o Patriarcado de Antioquia) de Roma. Foi construída entre 432 e 440, durante o pontificado do Papa Sisto III, e dedicada ao culto de Maria, Mãe de Deus, cujo dogma da Divina Maternidade acabara de ser declarado pelo Concílio de Éfeso (431). Entretanto, a data da fundação da Basílica remonta ao pontificado do Papa Libério (352-366).  

O título de Maria como Nossa Senhora das Neves surgiu por volta do ano de 352, em Roma, onde viviam Giovanni Patritio (João Patrício) e a sua esposa, que não podiam ter filhos. Conformados com a vontade de Deus, pensavam, certo dia, a quem deixariam a fortuna. Por serem muito devotos de Nossa Senhora, queriam torná-lA herdeira de todos os seus bens. E para que Ela aceitasse a oferta fizeram muitas orações, deram muitas esmolas, fizeram muitas penitências.

 

Ainda hoje constatamos que a maior parte dos templos católicos são dedicados à Virgem Santa Maria.

Falar da Igreja é falar de Maria, falar de Maria é falar da igreja, templo de Deus.

 

Qual a oração mais antiga à Nossa Senhora?

No ano de 1927, no Egito, foi encontrado um fragmento de papiro que remonta ao século III, no qual estava descrita a oração.

Conhecida com o nome de “Sub tuum praesidium” (À vossa proteção), o texto é a mais antiga oração a Nossa Senhora que se conhece. Além de ser, possivelmente, a primeira dedicada a Maria, ela traz uma grande importância histórica e teológica:

Histórica – Ela faz referência às perseguições sofridas pelos cristãos: “livrai-nos do perigo”.

Teológica – Recorre à Maria como “Mãe de Deus” (Theotókos), um dogma que já havia sido proclamado no século anterior, no Concílio em Éfeso.

Incluída desde tempos imemoriais nos Ritos Ambrosiano, Copta, Sírio e Armênio, sua antiguidade foi confirmada na primeira metade do século XX, quando se encontrou no Egito um papiro do século III contendo o original grego desta expressiva prece.

 

Sub tuum praesidium confugimus,

sancta Dei Genetrix;

nostras deprecationes ne despicias

in necessitatibus nostris,

sed a periculis cunctis libera nos semper,

Virgo gloriosa et benedicta.

 

À vossa proteção nos acolhemos,

Ó Santa Mãe de Deus.

Não desprezeis as nossas súplicas

Em nossas necessidades,

Mas livrai-nos de todos os perigos,

Ó Virgem gloriosa e bendita.

 

terça-feira, 4 de agosto de 2026

Confessionário = púlpito


Memória litúrgica de São João-Maria Vianney 

(1786-1859) presbítero, Cura de Ars

O confessionário de Ars
onde atendia São João Maria Vianney

Fez do confessionário o seu púlpito.

O Pe. Vianney não possuía o dom da palavra como os grandes oradores sacros franceses.

Em Ars não se ouviam pregações brilhantes, nem máximas elaboradas.

O Santo Cura trazia a imagem de Cristo na sua alma. A paz do paraíso brilhava nos seus olhos. Uma palavra sua na homilia, uma pequena frase no confessionário, modificava uma vida inteira e iluminava a escuridão das consciências.

Passava mais de 17 horas no confessionário a atender penitentes que, vindos de toda a França, queriam que o santo confessor ou ouvisse de confissão.

Afinal não era o confessor que apenas ouvia… os próprios penitentes ouviam aí o sermão de que precisavam para a sua conversão.

O confessionário foi o seu púlpito.

Em todo o caso, o Cura de Ars não era assim tão simplório nas suas homilias. Elas, simples na forma e no conteúdo, chegavam onde deviam chagar.

Segue-se uma cópia de um sermão do Santo Cura de Ars:

 

Porquê orar em todo o tempo?

Quais são, pois, as vantagens da oração, que devemos fazer com frequência? Meus irmãos, ei-las. A oração torna a nossa cruz menos pesada, suaviza as nossas dores, torna-nos menos apegados à vida, atrai sobre nós o olhar misericordioso de Deus, fortalece a nossa alma contra o pecado, faz-nos desejar a penitência e praticá-la com gosto, faz-nos sentir e compreender quanto o pecado ofende a Deus. Melhor ainda, meus irmãos, pela oração agradamos a Deus, enriquecemos a nossa alma e garantimos a vida eterna: será preciso mais para nos levar a fazer que a nossa vida seja uma oração contínua, pela nossa união com Deus?

Quando amamos alguém, precisamos de ver essa pessoa para pensar nela? Certamente que não. Da mesma forma, se amamos a Deus, a oração ser-nos-á tão familiar como a respiração. No entanto, meus irmãos, dir-vos-ei que, para orar de forma a atrair todos esses bens, não basta dedicar à oração uns momentos apressados, precipitados; Deus quer que lhe dediquemos um tempo adequado, que tenhamos pelo menos tempo para Lhe pedir as graças de que necessitamos, para Lhe agradecer os seus benefícios e para lamentar as nossas faltas passadas, pedindo-Lhe perdão.

Mas, direis vós, como podemos orar sem cessar? Meus irmãos, nada mais fácil: elevando o coração a Deus durante o nosso trabalho, ora fazendo um ato de amor, para Lhe mostrar que o amamos, porque Ele é bom e digno de ser amado, ora um ato de humildade, reconhecendo-nos indignos das graças com que Ele não cessa de nos cumular; outras vezes, um ato de confiança, porque, embora sejamos miseráveis, sabemos que Ele nos ama e quer fazer-nos felizes. Já vedes, meus irmãos, como é fácil orar sem cessar.

 

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Oásis dos amigos de Betânia


Santos Marta, Maria e Lázaro,

hospedeiros do Senhor

A sua casa em Betânia era um oásis de acolhimento e de amizade.

Os amigos de Jesus são sempre hospitaleiros.

Os hospitaleiros são sempre amigos de Jesus.

 

Santa Teresa de Ávila fazia notar que no Domingo de Ramos, Jesus entrou em Jerusalém com toda a pompa e circunstância e foi acolhido entre aclamações e alegria geral, mas à noite teve de ir hospedar-se em Betânia porque ninguém em Jerusalém lhe deu guarida.

 

De facto, Betânia sempre foi um oásis de acolhimento e de amizade, um ícone de hospitalidade.

Não foi apenas um oásis onde Jesus foi acolhido pelos seus amigos, mas também onde Jesus acolheu os seus amigos.

Não é o lugar que nos transforma, mas nós é que transformamos o lugar.

 

domingo, 19 de julho de 2026

Versão cartoonista do joio


Ano A – XVI domingo comum


Nova versão da parábola do trigo e do joio – versão cartoonista.

 

Na vinheta de Quino, o Manolito pergunta à Mafalda:

- Se matássemos todos os bandidos do mundo, ficavam só os bons, não é?

Ao que a Mafalda responde:

- Não. Ficavam só os assassinos!

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Grande porque foi humilde


Memória de São Boaventura

Franciscano, Bispo, Doutor da Igreja (+1274)

 

Em criança foi curado por São Francisco de Assis.

Professou como Frade Menor (franciscano).

São Francisco enviou a Estudar na França, precisamente porque era um estudante humilde.

Foi colega de estudos de Teologia de São Tomás de Aquino.

Foi professor de Teologia e declarado Doutor da Igreja também como São Tomás.

Ao longo da história é difícil encontrar duas personalidades contemporâneas de tamanha envergadura intelectual.

A sabedoria de ambos era enorme, mas nem por isso havia alguma disputa entre eles a esse nível.

A sua única competição era quem vivia maior humildade.

Só os grandes sabem ser humildes, e só os humildes é que são verdadeiramente grandes.

 

 

terça-feira, 7 de julho de 2026

Ovelhas sim, rebanho não


3ª feira – XIV semana comum

Há poucos dias, no Evangelho, Jesus pedia – vinde a mim todos os que andais cansados e oprimidos.

Jesus mostrava-se manso e acessível a todos os que iam ao seu encontro.

Hoje ele olha para a multidão e compadece-se dela porque era como ovelhas fatigadas e abatidas. Apresenta-se assim como alguém humilde que vai ao encontro de quem precisa. Não só convida a ir até Ele, como também é humilde para ir até aos outros.

 

As multidões no tempo de Jesus estavam cansadas e abatidas porque eram rebanho sem pastor.

Hoje as multidões continuam cansadas e abatidas porque são ovelhas que não querem ser rebanho. De fato, há muita gente diz que acredita em Deus (Pastor),mas não precisa da Igreja (não quer ser rebanho nem comunidade).

 

Rezemos para que todo o rebanho tenha um Pastor e para que todas as ovelhas sejam rebanho do Senhor.