segunda-feira, 13 de maio de 2019

A melhor maneira de rezar


















A melhor maneira de rezar o Terço.
O Terço é a melhor maneira de rezar.

Qual a melhor maneira de rezar o terço?
- De joelhos?
- De mãos para o Céu?- Com os olhos fechados?
- Em voz alta?
- No silêncio da noite?
- Diante de uma imagem de Nossa Senhora?
- Meditando nos mistérios evangélicos?
A maneira mais eficaz de rezar o terço é na companhia de alguém.
O terço não é para se rezar sozinhos…
Rezamos bem quando o fazemos em família, em grupo, em comunidade, em Igreja.
A melhor maneira de rezar o terço ou outras orações é rezar com mais alguém.
Que nunca nos falta alguém para rezar connosco e que saibamos aceitar rezar com os outros.

A 13 de maio de 1917 Nossa Senhora disse aos pastorinhos em Fátima:
- Rezem o terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra...











Que dizem os homens que é o Terço ou o Rosário?

- O Rosário é a arma que a Santíssima Trindade quer que usemos para mudar o mundo. É com o Saltério Evangélico, a pedra fundamental do Novo Testamento, que se converterá as almas endurecidas e ganhá-las para Deus. (São Domingos,+1221)

- O Rosário é o flagelo do demónio (Papa Adriano VI, +1523).

- No Rosário encontrei ao atrativos mais doces, mais suaves, mais eficazes e mais poderosos para me unir a Deus (Santa Teresa de Ávila, +1582)

- O Rosário é a mais divina das devoções (São Carlos Borromeu, + 1584)

- O Rosário contém todo o mérito da oração vocal e toda a virtude da oração mental (Santa Rosa de Lima, +1617)

- O Santo Rosário é a melhor devoção do povo cristão (São Francisco de Sales, +1622).

- O Rosário é o Saltério da Virgem, composto à semelhança do Saltério de David, com as dez cordas do Decálogo (Pe. António Vieira, +1697)

- O Rosário é mais valioso que os salmos, pois assim como a realidade é mais importante que a prefiguração, da mesma forma o Rosário é mais grandioso que o Saltério que nada mais fez que prefigura-lo. É a arma de Salvação que Deus dá àqueles que quer salvar (São Luís Maria Grignion de Montfort, +1716)

- Entre todas as homenagens que se devem à Mãe de Deus, não conheço nenhuma mais agradável que o Rosário (Santo Afonso Maria de Ligório, +1787)

- O Rosário é a arma com que afastei muitas almas do maligno (São João Maria Vianney, o Cura de Ars, +1859)

- Todas as minhas obras e trabalhos têm como base duas coisas: A Missa e o Rosário (São João Bosco, +1888)

- O Rosário é uma cadeia que liga o céu e a terra: uma das extremidades está entre as nossas mãos e a outra nas mãos da Santíssima Virgem. Pelo Rosário podemos alcançar tudo (Santa Teresinha do Menino Jesus, +1897).

- O Rosário é a forma de oração mais excelente e o meio mais eficaz para alcançar a vida Eterna. É o remédio para todos os nossos males, a raiz de todas as nossas bênçãos (Papa Leão XIII, +1903).

- O Rosário é a mais bela e a mais rica em graças dentre todas as orações. É a oração que mais toca o Coração da Mãe de Deus (São Pio X, +1914).

- O Rosário é o livro de oração dos que não sabem ler, é a maravilhosa escola de santificação e o resumo de toda a pregação do Evangelho (Pe. Leão Dehon, +1925)

- O Rosário é uma arma poderosíssima para fazer os demónios fugirem (Pio XI, +1939).

- O Terço é uma Ave Maria dilatada ou explicitada (Cientista Jesuíta Teilhard de Chardin, +1955).

- Para mim os mistérios do Rosário são 15 janelas através das quais eu olho, na luz de Deus, tudo o que acontece no mundo e rezo, rezo, rezo… (São João XXIII,1963)

- O Rosário é a arma invencível para o nosso tempo (São Pio Pietrelcina, +1968)

- O Rosário é a oração evangélica por excelência, ramalhete de rosas ou grinalda de louvores a Maria e aos mistérios do Seu Divino Filho (São Paulo VI, + 1978)

- O Terço é a melhor terapia para as almas atormentadas, infelizes, temerosas e frustradas, precisamente porque envolve o uso simultâneo de três poderes: o físico, o vocal e o espiritual, nesta ordem (Arcebisto D. Fulton Sheen, +1979).

- O Rosário é a minha companhia nos momentos de alegria e nas provações. É a minha oração preferida, maravilhosa na sua simplicidade e profundidade (São João Paulo II, +2005)

- Rezar o Terço é passear pelo Evangelho em união com Maria Santíssima, pois o Rosário é a belíssima síntese do Evangelho (D. Murilo Krieger, SCJ, arcebispo da Baía)

- O Terço é a oração que sempre acompanha a minha vida; é a oração dos simples e dos santos, é a oração do meu coração (Papa Francisco).





domingo, 12 de maio de 2019

IV semana da Páscoa


Ofício de Leitura

Domingo
1ª – O Dragão enfureceu-se contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto dos seus filhos, que observam os preceitos de Deus e mantêm o testemunho de Jesus.
2ª – Quem, efetivamente, não ama a verdade, é porque ainda não a conhece.

Santoral 13/5
Ou – Assim como num jardim bem guardado, a videira oferece aromas, a oliveira expande a sua fragrância e a rosa sorri, assim também, no jardim virginal cresce, como videira, a fé; como oliveira, a paz; como rosa, o pudor.
Ou – Os sofrimentos de Cristo não são só de Cristo, ou melhor, os sofrimentos de Cristo não são senão de Cristo.
Ou – É melhor para mim, Senhor, sofrer a tribulação, desde que estejais comigo, do que reinar sem Vós, banquetear-me sem Vós, gloriar-me sem Vós.

2ª feira
1ª – Quem tiver inteligência calcule o número do Monstro: é número de homem. Esse número é seiscentos e sessenta e seis.
2ª – O Senhor que nos dá a vida, estabeleceu connosco a aliança do batismo, símbolo da morte e da vida, onde a água é a imagem da morte e o Espírito nos dá o penhor da vida.

Santoral 13/5
1ª – Eu amo aqueles que me amam, e quem me procura encontra-me.
2ª – Maria é Mãe da Igreja, não só por ser Mãe de Jesus Cristo, mas também porque brilha à comunidade dos eleitos como admirável modelo de virtude.

3ª feira
1ª – Felizes os que morrem no Senhor. Sim, que descansem dos seus trabalhos, porque as suas obras os acompanham.
2ª – Deus exorta-nos, porque antes quer ser Pai que Senhor… Reveste-te com a estola da santidade, cinge-te com cíngulo da castidade, seja Cristo o capacete de proteção da tua cabeça, permaneça na tua fronte a cruz como defesa, faz do teu coração um altar e oferece o teu corpo como vítima a Deus.

Santoral 14/5
Aceita a opinião de todos, a fim de que o escolhido seja recebido com agrado.

4ª feira
1ª – Grandes e admiráveis são as vossas obras, Senhor, Deus omnipotente. Justos e verdadeiros os vossos caminhos, ó Rei das nações.
2ª – Todos somos um, porque o Pai está em Cristo e Cristo está em nós.

5ª feira
1ª – O templo encheu-se do fumo que emanava da glória de Deus e do seu poder.
2ª – Dou-vos um novo mandamento porque ele renova o homem que o ouve, ou melhor, que lhe obedece.

6ª feira
1ª – Farão guerra ao Cordeiro, mas o Cordeiro vencê-los-á porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis, e os que estão com Ele são os chamados, os eleitos, os fiéis.
2ª – Os grandes não podem passar sem os pequenos, nem os pequenos sem os grandes. Na colaboração recíproca está toda a vantagem.

Sábado
1ª – Alegra-te, ó Céu, a seu respeito, e vós os Santos, Apóstolos e Profetas, porque Deus fez justiça à vossa causa.
2ª – Sendo muitos, formamos um só Corpo e somos membros uns dos outros; e é Cristo quem nos une pelo vínculo da caridade.

Santoral 18/5
Não há outro caminho mais seguro do que o sofrimento. Esta é a senda por onde passaram Cristo e todos os seus. Se queremos chegar aonde Ele está, devemos seguir o mesmo caminho que Ele percorreu.





sábado, 11 de maio de 2019

Pintar uma vocação

O pintor italiano barroco, Caravaggio, concluiu em 1599-1600 a tela da Vocação de Mateus para a Capela de São Luís dos Franceses, em Roma.
Inspirou-se em Mt 9,9 – Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado ao telónio, e disse-lhe: segue-me. Ele levantou-se e seguiu-o.





















Apresentamos alguns pormenores ou curiosidades desta pintura. São apenas alguns exemplos, pois muitos outras poderão ser sugeridos e que poderão ser uma frutuosa reflexão sobre qualquer espécie de vocação.

A pintura divide-se em dois planos: Um superior composto por luz e sombra com uma janela ao centro. A claridade não vem da janela, mas de fora, do canto superior direito. O outro plano é composto por dois grupos de personagens que se orientam da sombra para a luz. O plano superior é assim o resumo ou o reflexo do plano inferior e vice-versa.
A luz que incide sobre Mateus, o chamado, vem de fora, não da janela, nem do próprio Jesus, pois vem de fora do quadro (escolhido desde toda a eternidade).

O ambiente retrata o telónio ou o lugar de cobrança e de contagem de impostos, mas mais parece uma taberna, ou lugar de pecadores e publicanos.
Ressalta assim o contraste entre a riqueza, a ganância e o antro de pecadores. Jesus era amigo de todos e com todos se relacionava.
Apesar de faltarem os copos e o vinho não falta o ambiente ébrio à volta da mesa.

Em cena estão dois grupos de personagens.
O primeiro grupo é composto por Jesus e por Pedro, ambos de pé e descalços. De Jesus apenas é visível o rosto, a mão direita e os pés. Fazem um retângulo vertical, grupo espiritual, não acomodado, de passagem, peregrino, transcendente.
O segundo grupo está à esquerda e é composto por cinco personagens, todos sentados à volta de uma mesa, acomodados ou bem instalados, incluindo Mateus. Fazem um retângulo horizontal, grupo terreno, em processo abertura para a direita.
Entre os dois grupos existe um vazio escuro. É a mão direita de Jesus que faz a ligação dos dois espaços.

A mão de Jesus é parecida com a que foi pintada por Miguel Ângelo na Criação de Adão. Em todo o caso, a mão de Jesus aqui não tem os dedos enérgicos do Pai, mais parece a frouxa mão de Adão (Cristo feito homem, novo Adão).
Cristo parece dizer, ao apontar: Tu, segue-me.
Esta eleição é como uma criação ou novo nascimento.
Também Pedro faz o mesmo gesto de Jesus… Ele está a seguir o Mestre e está a representar a igreja que recebe o mandato de continuar as mesmas obras de Jesus.

Os pés de Jesus encontram-se já em direção à saída. É a caminhar, ou em movimento, que Jesus chama Mateus (tal como ao caminhar na praia chamou Pedro e André, Tiago e João). Está perto da porta, encaminhando-se para a saída, como quem diz que não há tempo a perder, porque há muito a fazer. A linguagem do amor é aqui e agora, sem adiamentos ou hesitações.

Os cinco personagens à volta da mesa têm idades diferentes, parecem amigos ou cúmplices. Vestem-se todos luxuosamente contrastando com a modéstia, simplicidade de Jesus e de Pedro que até estão descalços.

Quem é Mateus?
Há duas hipóteses e parece que o pintor deixou a composição ambígua, cabendo ao observador a escolha ou a decisão (já que se trata de uma vocação ou escolha).

A primeira hipótese identifica Mateus com o homem mais velho de barbas que aponta para si, como se questionasse sobre ser ele ou não o escolhido por Jesus. O seu gesto é traduzido como: - Quem, Eu?
Junto de Mateus estão dois amigos também surpresos pelo convite. Voltam-se curiosos para Jesus, um com intenção de proteger Mateus, pois coloca o braço sobre o seu ombro. O outro mostra-se pronto para defendê-lo, ostentando uma espada à cintura.
Outros dois amigos continuam entretidos na contagem do dinheiro, mostrando assim que continuavam ao serviço de outro senhor que é o dinheiro (não podeis servir a dois senhores…)
Estas quatro personagens retratam a complexidade da personalidade de Mateus. Ele está dividido nestes dois grupos: por um lado curioso, mas pronto para proteger-se ou defender-se) e por outro lado identifica-se com os que continuam entretidos, incapaz de deixar essa vida para seguir uma nova luz.

Uma outra hipótese identifica Mateus com o jovem no extremo esquerdo da mesa, ocupado com a contagem das moedas. De facto, Mateus estava em plena ação do seu ofício quando foi abordado por Jesus. Neste caso, o homem de barbas estaria a apontar para o jovem Mateus, querendo dizer: - Quem, ele? É o pior de todos!...
Sabemos que os que conheciam Mateus ficaram espantado pela sua eleição para seguir o Mestre Jesus.
Mateus estaria então cabisbaixo com as moedas nas mãos, nos olhos e no coração. Essa atitude é também ambígua: tanto pode ser sinal de que estava ocupado como pode ser sinal de vergonha. O certo é que ele deixou o dinheiro como seu senhor para seguir outro Senhor.

Finalmente, podemos observar que o pintor retratou as personagens ao estilo do século em que as pintou e não ao tempo de Jesus. Porquê?
Não foi apenas por uma questão de escola, moda, estilo ou anacronismo.
É para que nos lembremos que a história de Mateus é a nossa história. Todos somos como Mateus, pois Mateus veste-se tal como nós, como um homem de cada tempo.

E tal como ontem, hoje e sempre, quando Jesus passa, deixa um caminho de luz e tudo fica diferente: uns envergonham-se, outros questionam-se, estes procuram proteção, aqueles justificação, mas todos… todos devem sentir-se diferentes porque amados por Ele.


sexta-feira, 10 de maio de 2019

Terço (64)


Os mistérios da vocação 
ou a vocação nos mistérios

Rezemos o terço do Rosário meditando nos mistérios vocacionais.
Meditar é lançar um olhar específico sobre um mistério.
Lançando o olhar para a vocação, descobrimos que ela é chamamento, predisposição, inclinação, propensão, missão:
- Fui eu que vos escolhi e vos enviei…

1.º Mistério – Cada vocação é uma convocação

Convocar é solicitar presença, reunir, congregar, convidar:
- Jesus reuniu aqueles que quis…
Olhemos à nossa volta e rezemos para que todos os convocados possam ouvir o convite de Jesus e formar uma comunidade unida e ativa.

           
2.º Mistério – Cada vocação é uma invocação

Invocar é implorar, pedir auxílio, recorrer:
- Pedi ao dono da messe que mande trabalhadores…
Olhemos para o alto e rezemos ao Senhor para que venha em nosso auxílio e que nos dê forças para continuarmos a trabalhar nos seus projetos divinos.


3.º Mistério – Cada vocação é uma evocação

Evocar é trazer à lembrança, à memória, apelar:
- A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos…
Olhemos para trás e agradeçamos a grandeza da nossa vocação, a eficácia da ação de Deus e a generosidade despertada em cada um de nós.


4.º Mistério – Cada vocação é uma provocação

Provocar é fazer reagir, causar reação, interagir, desafiar:
- Ide… Anunciai a conversão…
Olhemos para a frente e rezemos para que o Senhor alargue os nossos horizontes para podermos provocar a conversão dentro e fora de nós.


5.º Mistério – Cada vocação é uma advocação

Advocar é defender, tomar o patrocínio:
- Eu estarei convosco…
Olhemos para dentro de nós e rezemos para descobrirmos a presença dentro de nós daquele que nos chamou, que nos enviou e que age em nós e por nós.




quinta-feira, 9 de maio de 2019

Quem é Ele


5ª feira – III semana da Páscoa

O que Ele diz de si mesmo:

Os 7 Eu Sou de Jesus
































O que nós dizemos d’Ele:
























Jesus nasceu para ser como nós.
Morreu e ressuscitou para nós sermos como Ele.

Ver também neste dia:






terça-feira, 7 de maio de 2019

Páscoa e Eucaristia


Nas primeiras semanas após a Páscoa a liturgia da Palavra centrou-se no Batismo e no nascer de novo. De facto o Batismo é a nossa Páscoa, a Páscoa é o nosso Batismo. Sem Páscoa não há Batismo e sem Batismo não há Páscoa.





















Agora, na terceira semana, o tema é Páscoa e Eucaristia. Sem Eucaristia não há Páscoa e sem Páscoa não haveria Eucaristia. É por isso que nesta semana acompanhamos o discurso sobre o Pão da Vida Eterna.
Jesus, sabendo que iria morrer e ressuscitar, disse: Tomai e comei… Este é o meu Corpo…
Há unidade entre os mistérios da Eucaristia e da Ressurreição. A Ressurreição é antecipada pela Eucaristia, e a Eucaristia realiza-se plenamente na Ressurreição.
Quem comunga, faz a experiência de Cristo Ressuscitado. É por isso que Cristo abençoa e parte o pão sempre que se manifesta aos seus discípulos depois da Ressurreição.
A Ressurreição de Cristo é manifesta-se na presença da Eucaristia em nós.
A Eucaristia é a atualização da Ressurreição de Cristo.

Não pode haver Páscoa sem Batismo ou Vida Nova como também não pode haver Páscoa sem Eucaristia.
A Eucaristia é assim uma Páscoa permanente.
Hoje quero celebrar uma Eucaristia Pascal ou uma Páscoa Eucarística.

Logo após da consagração do Pão Eucarístico, a Igreja aclama o Mistério da fé dizendo:
Anunciamos, Senhor, a vossa morte,
proclamamos a Vossa ressurreição.
Vinde, Senhor Jesus!

Ou
Quando comemos deste pão
e bebemos deste cálice
anunciamos, Senhor, a vossa morte,
esperando a vossa vinda gloriosa.

Ou
Glória a Vós que morrestes na Cruz
e agora viveis para sempre.
Salvador do mundo, salvai-nos.
Vinde, Senhor Jesus!

Ver também:



domingo, 5 de maio de 2019

III Semana da Páscoa


Ofício de Leitura

Domingo
1ª – Aquele que montava o cavalo branco tinha um arco; foi-lhe dada uma coroa e ele partiu vencedor para novas vitórias.
2ª – Reunimo-nos todos precisamente no dia do Sol, não só porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, criou o mundo, mas também porque Jesus Cristo, nosso Salvador, nesse dia ressuscitou dos mortos.

Santoral
Falar em abstrato sobre as virtudes e os vícios não é grande estímulo para quem te escuta.

2ª feira
1ª – O Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu Pastor e há de conduzi-los às fontes da água viva.
2ª – Vós sois geração escolhida, sacerdócio real. Este elogio, dado outrora por Moisés ao povo antigo de Deus, aplica-se agora aos gentios, porque acreditaram em Cristo.

3ª feira
1ª – Quando o Cordeiro abriu o sétimo selo, houve silêncio no Céu.
2ª – O cântico é uma manifestação de alegria e, se considerarmos melhor, um sinal de amor. Cantai com a voz, cantai com o coração, cantai com a boca, cantai com a vida. O maior louvor do cântico é o próprio cantor. Sede vós o cântico que ides cantar.

Santoral
É o Senhor que lhes dá a graça de aprende e a vós a de os ensinar e educar, para que recebam a herança no reino de Deus e de Jesus Cristo Nosso Senhor.

4ª feira
1ª – O quinto Anjo tocou a trombeta, e eu vi uma estrela caída do Céu sobre a terra.
2ª – No nosso primeiro nascimento, fomos gerados, sem disso termos consciência. Mas o novo nascimento não é fruto da simples natureza e da ignorância, mas sim de uma escolha consciente.

5ª feira
1ª – Os restantes homens, que não foram mortos pelo flagelo da guerra, não se arrependeram das obras das suas mãos.
2ª – O ramo de videira, mergulhado na terra, frutifica no tempo devido, e o grão de trigo, caindo na terra e dissolvendo-se, multiplica-se pelo Espírito de Deus.

6ª feira
1ª – Disseram-me então: Tens de profetizar novamente contra muitos povos, nações, línguas e reis.
2ª – Glória a Vós, que lançastes a cruz, como uma ponte sobre a morte, para que através dela passem as almas da região da morte para a vida!

Sábado
1ª – Nós Vos damos graças, Senhor Deus Omnipotente, que sois e que éreis, porque assumistes o vosso imenso poder e reinais.
2ª – Cristo foi, portanto crucificado por todos e por causa de todos, para que, tendo morrido um por todos, todos vivamos n’Ele.

Santoral
Revistamo-nos com a couraça da justiça; estejam os nossos pés calçados e armados com a doutrina evangélica; tomemos o capacete espiritual da salvação para proteger a nossa cabeça; armemos a nossa mão direita com a espada espiritual…