Os santos são influencers
Solenidade de todos os santos
A) Somos todos santos
Muitas vezes a liturgia da palavra lembra-nos que somos todos pecadores.
Hoje, a liturgia lembra-nos que somos todos santos.
O “Todos” em “Todos os Santos” significa nós também.
São Paulo dizia que somos concidadãos dos santos.
Hoje dizemos que os santos são nossos concidadãos.
Se somos todos diferentes, porque é que queremos ser iguais aos outros?
De facto, não há dois santos iguais.
B) Os santos são influenciadores
Influenciadores versus Santos. Precisávamos de santos, não de estrelas. A
internet é uma oportunidade real de alcançar as pessoas onde elas estão, e o
Senhor a utiliza com certeza.
Se São Paulo tivesse tido internet na sua época, ele teria distribuído
vídeos às cidades, em vez de cartas.
São Bernardo de Claraval nos deu a metáfora de que precisamos: Se vocês
forem sábios, serão reservatórios e não apenas canais. O canal derrama o que
recebe. O reservatório espera até se encher antes de transbordar. Um
reservatório tem tempo para se encher. Um canal é apenas água passando por ele.
Temos uma geração de novos convertidos sendo solicitados a serem canais antes
mesmo de terem a oportunidade de se encher.
c) Os santos são obras de arte de Deus
Dizem que os santos são as mais belas obras de arte de Deus em carne e
osso.
Cada santo é uma obra perfeita, uma autêntica obra-prima de Deus.
Podemos ver o valor do artista, isto é, de Deus ao contemplar a perfeição
dos santos.
Podemos também ver o valor da obra de arte ao contemplar o seu criador ou
autor.

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