segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

O ladrão da alegria é...


2ª feira – II semana comum

Não é a primeira vez que o Evangelho nos apresenta cenas de comparação entre personagens.

Hoje é o caso dos discípulos de João Baptista e os fariseus que se comparavam com os novos discípulos de Jesus:

- Ou porque se achavam mais perfeitos e cumpridores do que os discípulos de Jesus.

- Ou porque estavam com ciúmes.

 

Theodore Roosevelt, 26º presidente dos USA, afirmou que a comparação nos rouba a alegria.

 

Pedi ajuda à Inteligência Artificial que assim me elucidou:

A tentação de comparar-se é um impulso humano de se avaliar em relação aos outros, buscando status (superioridade ou inferioridade), mas é frequentemente prejudicial, gerando inveja, insegurança e destruindo a gratidão; a solução envolve focar em si mesmo, nos próprios atos, buscar a humildade e se espelhar em exemplos perfeitos como Cristo, em vez de competir com imperfeições humanas. 

Por que comparamos

- Busca por status: Avaliamos semelhanças e diferenças para estabelecer se somos iguais ou superiores a alguém.

- Insegurança: A comparação pode reforçar sentimentos de incapacidade ou fracasso, alimentados por exaustão e insegurança.

- Orgulho e inveja: O orgulho é a raiz da comparação, levando à inveja e ao ciúme, dificultando a gratidão. 

Como lidar com essa tentação

- Foque em si e em Cristo: Em vez de comparar, examine seus próprios atos e o progresso com Deus, buscando imitar os atributos divinos, não os humanos.

- Seja justo consigo mesmo: Questione o porquê da comparação e seja compreensivo com suas próprias limitações.

- Use a comparação para o bem: Admire exemplos positivos para se inspirar, não para competir ou denegrir os outros.

- Analise seus sentimentos: Anote os pensamentos e sentimentos negativos que surgem da comparação (ex: inveja de um carro novo) para entender e lidar com eles.

- Evite comparar filhos: Respeite a individualidade de cada um para formar adultos autônomos e saudáveis, sem massificá-los. 

Onde a comparação leva

- Distorção da realidade: Comparar-se com fantasias da vida alheia, não com a realidade.

- Destruição da gratidão: A comparação pode destruir a capacidade de ser grato, gerando ódio e inveja.

- Desvio do foco: Tira o foco de Deus e o coloca em coisas terrenas e passageiras, criando uma competição.

 

Conclusão:

Quanto à comparação como tentação no evangelho de hoje Jesus diz simplesmente:

- Festa é festa e jejum é jejum. Há tempo e ocasião para as duas realidades. Não há que ter ciúme de uma ou de outra.

-Quem tem a companhia do amigo, não sente saudades dele.

Só quem está na companhia do amigo é que não sente saudades dele.

E quem gosta realmente de alguém, nunca se cansa de falar bem dele.

 

Ver também:

Vinho novo num coração novo

Odre novo é o nosso coração

Festa é festa e jejum é jejum

Deus em primeiro lugar

O vinho e os odres

Jejum ou dieta digital

Decálogo do jejum

Retalhos

Vinho novo

Odres novos

Formas de jejum

 

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