2ª feira – II semana comum
Não é a primeira vez que o Evangelho nos apresenta
cenas de comparação entre personagens.
Hoje é o caso dos discípulos de João Baptista e os
fariseus que se comparavam com os novos discípulos de Jesus:
- Ou porque se achavam mais perfeitos e cumpridores do
que os discípulos de Jesus.
- Ou porque estavam com ciúmes.
Theodore Roosevelt, 26º presidente dos USA, afirmou
que a comparação nos rouba a alegria.
Pedi ajuda à Inteligência Artificial que assim me elucidou:
A tentação de comparar-se é
um impulso humano de se avaliar em relação aos outros, buscando status
(superioridade ou inferioridade), mas é frequentemente prejudicial, gerando
inveja, insegurança e destruindo a gratidão; a solução envolve focar em si
mesmo, nos próprios atos, buscar a humildade e se espelhar em exemplos
perfeitos como Cristo, em vez de competir com imperfeições humanas.
Por que comparamos
- Busca por status: Avaliamos
semelhanças e diferenças para estabelecer se somos iguais ou superiores a
alguém.
- Insegurança: A
comparação pode reforçar sentimentos de incapacidade ou fracasso, alimentados
por exaustão e insegurança.
- Orgulho e inveja: O
orgulho é a raiz da comparação, levando à inveja e ao ciúme, dificultando a
gratidão.
Como lidar com essa
tentação
- Foque em si e em
Cristo: Em vez de comparar, examine seus próprios atos e o progresso com
Deus, buscando imitar os atributos divinos, não os humanos.
- Seja justo consigo
mesmo: Questione o porquê da comparação e seja compreensivo com suas
próprias limitações.
- Use a comparação
para o bem: Admire exemplos positivos para se inspirar, não para competir
ou denegrir os outros.
- Analise seus
sentimentos: Anote os pensamentos e sentimentos negativos que surgem da
comparação (ex: inveja de um carro novo) para entender e lidar com eles.
- Evite comparar
filhos: Respeite a individualidade de cada um para formar adultos
autônomos e saudáveis, sem massificá-los.
Onde a comparação leva
- Distorção da
realidade: Comparar-se com fantasias da vida alheia, não com a realidade.
- Destruição da
gratidão: A comparação pode destruir a capacidade de ser grato, gerando
ódio e inveja.
- Desvio do foco: Tira
o foco de Deus e o coloca em coisas terrenas e passageiras, criando uma
competição.
Conclusão:
Quanto à comparação
como tentação no evangelho de hoje Jesus diz simplesmente:
- Festa é festa e jejum
é jejum. Há tempo e ocasião para as duas realidades. Não há que ter ciúme de
uma ou de outra.
-Quem tem a companhia do amigo, não sente saudades
dele.
Só quem está na companhia do amigo é que não sente
saudades dele.
E quem gosta realmente de alguém, nunca se cansa de
falar bem dele.
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